Lugares interessantes para visitar em Feira de Santana

Paço Maria Quitéria, sede da Prefeitura Municipal de Feira de Santana. (Foto: Carlos Augusto | Jorna Grande Bahia)

Paço Maria Quitéria, sede da Prefeitura Municipal de Feira de Santana. (Foto: Carlos Augusto | Jorna Grande Bahia)

Mercado de Arte Popular (MAP), em Feira de Santana. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)

Mercado de Arte Popular (MAP), em Feira de Santana. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)

Observatório Astronômico Antares, em Feira de Santana. (Foto: Carlos Augusto | Jorna Grande Bahia)

Observatório Astronômico Antares, em Feira de Santana. (Foto: Carlos Augusto | Jorna Grande Bahia)

O Monumento ao Caminhoneiro, instalado na Praça Jackson do Amaury em Feira de Santana, foi inaugurado em 15 de setembro de 2007. O monumento foi projetado pelo artista plástico Gil Mário, e edificado pela empresa feirense FCK Construções e Incorporações, durante a gestão do prefeito José Ronaldo de Carvalho.

O Monumento ao Caminhoneiro, instalado na Praça Jackson do Amaury em Feira de Santana, foi inaugurado em 15 de setembro de 2007. O monumento foi projetado pelo artista plástico Gil Mário, e edificado pela empresa feirense FCK Construções e Incorporações, durante a gestão do prefeito José Ronaldo de Carvalho.

Paço Municipal Maria Quitéria

O Paço Maria Quitéria (sede da Prefeitura Municipal de Feira de Santana) começou a ser construído pelo intendente Bernardino da Silva Bahia, em 1922 e, é definido como estilo arquitetônico eclético, seguindo influência européia, o Paço Municipal Maria Quitéria foi projetado pelo engenheiro Acioly Ferreira da Silva. A inauguração foi realizada em 1926 pelo intendente Arnold Ferreira da Silva. No início, funcionou a Prefeitura, o Fórum, a Biblioteca Pública, Câmara Municipal e Posto de Higiene.

O prédio, atualmente, abriga o Saguão, Salão Nobre, Gabinete do Prefeito, Secretaria de Comunicação Social, Secretaria de Administração, Departamento de Recursos Humanos, Comissão Permanente de Licitação. CPD e 9ª Delegacia do Serviço Militar. Em junho de 2003, toda a estrutura da Secretaria Municipal da Fazenda, que funcionava no prédio, foi transferida para o Centro de Atendimento ao Feirense (Ceaf).

No Salão Nobre, estão expostas fotos de todos os Intendentes e Prefeitos de Feira de Santana. O teto do piso térreo e do primeiro andar é emoldurado com frisos e pinturas que foram restauradas pelo artista plástico Vivaldo Lima, em 1972. O prefeito José Ronaldo realiza estudos para viabilizar a restauração geral do prédio que a mais de 30 anos não é reformado, recebendo apenas pequenos serviços de manutenção.

Mercado de Arte Popular (MAP)

O Mercado de Arte Popular (MAP) foi fundado como Mercado Municipal em 1914 pelo coronel Bernardino da Silva Bahia, com uma arquitetura neoclássica, abrigou por várias décadas o comércio de secos e molhados e principal ponto da grande feira de gado que acontecia todos os sábados e segundas-feiras, reunindo os caboclos do sertão que negociavam os produtos nordestinos.

Em 1976, quando Feira de Santana inaugurou  novo entreposto comercial, o Centro de Abastecimento, o Mercado Municipal foi fechado. Em 1980, no governo do prefeito Colbert Martins da Silva, o Mercado Municipal passou por reformas, mantendo a fachada arquitetônica, sendo transformado em espaço comercial, e de cultura popular, com opção de se apreciar a culinária regional. Abrigando, também, um artesanato rico, ponto de encontro e apresentação de cordelistas e repentistas, além de outros produtos regionais e passou a se chamar Mercado de Arte Popular.

O prédio foi tombado em 1992 pelo IPAC e mais uma vez reformado. A reforma foi realizada pelo Governo do Estado, tendo como governador César Borges, e graças à sensibilidade do senador Antonio Carlos Magalhães recebeu novo interior, novas estruturas para o comércio dos artesãos, palco de entretenimento, onde os artistas apresentam os seus trabalhos, na música, na poesia e nas artes dramáticas.

No Mercado de Arte Popular você encontra esculturas, bijuterias, bordados, vestuário, artesanato em couro e palha, comidas típicas e outros itens da vida nordestina. O Mercado de Arte Popular é hoje um espaço amplo para os visitantes que desejam conhecer a terra e a gente da Princesa do Sertão.

Biblioteca Municipal Arnold F. Silva

Os arquitetos da Prefeitura Municipal de Feira de Santana idealizaram o projeto de reforma geral da Biblioteca Municipal, construída e inaugurada em 8 de março de 1962, localizada na rua Germiniano Costa, centro da cidade, que uniu funcionalidade, beleza arquitetônica e segurança, tanto para quem frequenta como para o acervo de 20 mil títulos.

Estádio Municipal Alberto Oliveira (Jóia da Princesa)

Jóia da Princesa, o maior estádio de futebol do interior baiano” O Estádio Municipal Alberto Oliveira completou em 2003, meio século de inaugurado. Primeiro foi denominado, em 1953, Estádio Municipal Almachio Boaventura, intendente que fez a terraplenagem do terreno em 1950. Em 13 de novembro de 1966, foi inaugurado no mesmo local um novo estádio. Com capacidade para 20 mil torcedores, o estádio conta com boas instalações, tribuna de honra, cabines de imprensa, arquibancadas, gerais e setor coberto de cadeiras numeradas, vestiários para equipes e juízes além de serviço de bar.

O estádio foi batizado com o nome de Alberto Oliveira, em homenagem ao ex-vereador e ex-presidente do Fluminense de Feira Futebol Clube. Mas o público conhece o estádio como Jóia da Princesa. A inauguração foi realizada pelo governador Luiz Viana. Para marcar a data, o Fluminense de Feira jogou amistosamente contra o Vasco da Gama do Rio de Janeiro, perdendo pelo escore de 1 X 0, gol contra do zagueiro Val. As obras de ampliação do estádio foram executadas no governo de Joselito Amorim, mas só foram concluídas e inauguradas durante a administração do prefeito João Durval Carneiro, entre 1967 e 1971.

Observatório Astronômico Antares

O Observatório Astronômico Antares, atualmente sob o controle da Universidade Estadual de Feira de Santana, localiza-se no bairro Jardim Cruzeiro, ao norte da cidade e instala-se numa área de fácil acesso. Mesmo com a certeza de que poderá visitar todo o observatório, você poderá entrar em contato com telescópios e com os programas desenvolvidos em centros espalhados pelo mundo e pela Nasa, via computador.

O visitante tem a oportunidade de ouvir até uma conversa com astronautas que estejam no espaço, como também se atualiza na biblioteca especializada. No auditório climatizado, pode também acompanhar pelo telão os trabalhos de observação de fenômenos que estão sendo feitos pelos astrônomos. Já em sua área foi implantado o planetário, único do Nordeste. É local preferido para excursões escolares, mas está aberto a todas as pessoas. O destaque é ver o céu de Feira de Santana. O Observatório Antares possui heliográficos e um dos dois telescópios à laser do mundo, serve para medir a distância entre a Terra e a Lua. Entretanto, para você conseguir visitá-lo é necessário marcar com antecedência.

Parque da Cidade Frei José Monteiro Sobrinho

Equipamento público de propriedade do Município de Feira de Santana, o ‘Parque da Cidade Frei José Monteiro Sobrinho’ fica localizado na Rua do Salvador, no Bairro Tomba. Possui atrações como quadras de vôlei e futebol de areia, campo de futebol, ciclovias e pistas de cooper, quiosques para piqueniques, pedalinhos, parques infantis e de ginástica, além uma linda área verde perfeita para trilhas e caminhadas ecológicas.

Parque Municipal Erivaldo Cerqueira

Equipamento público de propriedade do Município de Feira de Santana, o ‘Parque Municipal Erivaldo Cerqueira’ fica localizado na Avenida José Falcão da Silva, 1369, CEP: 44020-122.

Igrejas e Capelas

Quem vem de Salvador se detém de imediato na arquitetura da Igreja de Santo Antônio, no bairro dos Capuchinhos, onde também fica o Convento da Ordem dos Capuchinhos e o Colégio Santo Antônio. Seguindo em frente, pela Avenida Presidente Dutra, chega-se a Catedral Metropolitana de Sant’Ana, em Feira de Santana, que ao longo dos anos sofreu várias reformas, e aonde estão sepultados vários vultos históricos do Município.

Em frente da Catedral tem início à rua Conselheiro Franco, percorrendo-a, chega-se a Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, que fica na praça dos Remédios, esta igreja é considerada como o primeiro templo católico da cidade, e sua torre é revestida com louça de Macau. Seguindo em direção ao Centro de Abastecimento você poderá visitar a Igreja de Senhor do Bonfim que fica localizada no Alto do Cruzeiro.

Depois, seguindo pelo bairro do Sobradinho chega-se à avenida Eduardo Fróes da Motta, também conhecida como Avenida Contorno, pela qual se alcança o bairro Cidade Nova onde está localizada a Igreja de Nossa Senhora das Graças. Voltando ao centro da cidade, pela avenida José Falcão da Silva e seguindo pela avenida Senhor dos Passos, você poderá visitar uma das mais belas Igrejas do interior da Bahia, a Igreja de Senhor dos Passos, que tem um estilo gótico e belos vitrais.

Igreja de Nossa Senhora dos Remédios – É o prédio mais antigo do município. Há referência histórica sobre ele desde o início do século XVIII (1707). Presume-se que tenha sido construído no fim do século XVII. No decorrer do tempo sofreu alterações. A sua torre é revestida de porcelana de Macau.

Igreja Senhor dos Passos –Sua capela primitiva data de 1850. Foi construída ppor Felipe Pedreira de Cerqueira para culto doméstico de sua família com a permissão do Arcebispado da Bahia. Quando o casal imperial Dom Pedro e D. Tereza Cristina esteve em Feira de Santana fez-lhe uma visita. Mais tarde ela passou a pertencer à Paróquia de Sant’Ana. Em 1921, sob a administração do coronel Francisco de Macedo, foi iniciada a construção do novo templo, o atual, cuja inauguração se deu em 1936, sem as torres que foram construídas e inauguradas depois. Em estilo neo-gótico. No interior em escariole e na parte externa uma mistura de vidro e cimento o que dá a ela um brilho único. Com reformas, esse revestimento foi retirado.

Igreja de Sant’Ana e São Domingos – A capela primitiva foi construída em 1732 e 1733. O prédio original não existe mais, pois passou nesses 280 anos por reformas e ampliações, melhoramentos que foram testemunhados. Em 1859, o imperador D. Pedro II a visitou na sua passagem pela cidade. Foi nomeada em 2002, pelo o papa João Paulo II, como Catedral Metropolitana de Feira de Santana.

Igreja de São José – Historicamente seria o mais antigo, pois a construção da sua primitiva capela, por João Peixoto Viegas, data de meados do século XVII. Porém, a capela primitiva foi destruída por índios e a que foi construída depois passou por várias transformações e ampliações. Fica no distrito de Maria Quitéria, ex-São José das Itapororocas.

Capela Nossa Senhora da Piedade – Situada nas dependências do Hospital Dom Pedro de Alcântara (HDPA).

Capela Nossa Senhora de Lourdes – Situado nas dependências do Colégio Padre Ovídio.

Patrimônio histórico

Sociedade Filarmônica 25 de Março – Foi a primeira filarmônica fundada em Feira de Santana. O prédio foi inaugurado em 25 de março de 1868, na rua Conselheiro Franco. Está para ser restaurado.

Mercado de Arte Popular – Foi construído entre 1914 e 1915 para ser Mercado Municipal. Inaugurado pelo coronel Bernardino Bahia, intendente de então. O custo da obra foi de cerca de 100 contos de reis. Deve passar por outra restauração.

Coreto da Praça Bernardino Bahia – O primeiro instalado na cidade. Construído pelo intendente Bernardino Bahia e inaugurado em 1915.

Coreto da Praça da Catedral – Construído pela Comissão da Festa de Santana e inaugurado em 1916.

Arquivo Público Municipal – Construção data de 1917 pelo intendente  Agostinho Fróes da Motta. Foi o primeiro prédio escolar construído na cidade. Como Escola João Florêncio funcionou bastante tempo. Depois de restauração, abriga o Arquivo Público Municipal.

Escola Maria Quitéria – Prédio construído em 1918 pelo coronel Agostinho Fróes da Motta, intendente de então. Houve uma modificação na fachada original, que dava para a rua 10 de Junho, para a praça General Argolo, atualmente praça Fróes da Motta.

Coreto da Praça Fróes da Motta – Foi construído em 1919, pelo intendente da época, coronel Agostinho Fróes da Motta.

Casarão Fróes da Motta – A vila, um palacete em estilo neo-clássico, foi residência do coronel Agostinho Fróes da Motta e depois, de seu filho Eduardo Fróes da Motta. Foi construído no final do século XIX. Sua primeira reforma data de 1923/1924. Fica na rua General Câmara esquina com a praça Fróes da Motta. Restaurado recentemente abriga a Fundação Senhor dos Passos.

Paço Municipal Maria Quitéria – Teve construção iniciada em 1922  pelo intendente de então coronel Bernardino Bahia. Foi concluído e inaugurado em 1926 pelo intendente Arnold Ferreira da Silva. Custou cerca de 400 contos de reis. No início, funcionava ao mesmo tempo a Intendência e o Conselho (mais tarde a Prefeitura e a Câmara), além do Fórum, Biblioteca, Posto de Higiene e demais órgãos administrativos municipais. Foi restaurado em 2007.

Santa Casa de Misericórdia – Na praça Carlos Bahia, que é contígua à praça Padre Ovídio. Foi construído em 1850 para ser residência do coronel João Pedreira. Em 4 de abril de 1884 foi vendido por 25 contos de reis à Santa Casa de Misericórdia para ser instalado, por cerca de 70 anos, o Hospital Dom Pedro de Alcântara. Com a saída do hospital para a Kalilândia, o prédio foi transformado em quartel da Polícia Militar. Depois, funcionou como “Palácio do Menor”, da Associação de Proteção à Infância. Hoje, pertence ao Serviço Social do Comércio (Sesc) que vai restaurar o prédio.

Galeria de Exposições Temporárias Carlo Barbosa – inicialmente Sala Carlo Barbosa – foi constituída em abril de 1998 (Portaria 343/98). Ele se constitui em espaço para difusão cultural e de apoio e estímulo aos artistas, em especial aos talentos emergentes. Um dos destaques é a possibilidade de comercialização de obras de arte.

CUCA – Experimentoteca

A Experimentoteca é um laboratório móvel de ciências, cuja origem está relacionada ao convênio de cooperação técnico-científica entre USP/CDCC – UEFS/CUCA, celebrado em 1997, para o desenvolvimento do Projeto de Extensão Interação Ciência e Arte no Desenvolvimento das Potencialidades Regionais.

Atendendo às escolas do Ensino Fundamental e Médio, a Experimentoteca realiza atividades de capacitação / treinamento de professores e alunos, instrumentalizando-os para dinamizar a realidade da sala de aula através da experimentação, melhorando a qualidade do ensino de Ciências Físicas e Biológicas, na Escola Básica da Região de Feira de Santana. O Projeto torna acessível metodologias e ferramentas favorecedoras da interação teoria-prática no cotidiano escolar, contribuindo para o aprimoramento e motivação do professor/aluno, para uma aprendizagem sólida e duradoura e para o resgate e requalificação das escolas, pública e privada, do entorno da Universidade. Para tanto, utiliza os recursos mais diversos, inclusive a abordagem de conceitos científicos por meio das linguagens artísticas – artes plásticas, dança, teatro (dramatização de conceitos e situações) – tornando prazeroso o ato de aprender.

O acervo da Experimentoteca é formado de 74 kits e constituído, basicamente, por materiais de laboratório ou demonstrativos, filmes, atlas ilustrativos do corpo humano, mapas, modelos e jogos, possibilitando que equipes de até 10 alunos realizem experimentos, simultaneamente, com cada tema. Funciona à semelhança de uma biblioteca pública, mediante empréstimos dos módulos experimentais, facilitando o acesso de um público extenso ao seu acervo. Conta, também, com um Laboratório de Polimerização, destinado à produção de tecnologias educacionais, com o uso de resina, à qual são incrustados materiais zoológicos, botânicos e outros, formando coleções.

Os usuários da Experimentoteca são assistidos por professores orientadores, artistas plásticos e estagiários-bolsistas, vinculados ao Programa Bolsa Trabalho Arte e Cultura, oriundos dos diversos cursos de graduação da Universidade.

CUCA – Biblioteca Setorial Pierre Klose

Biblioteca Setorial Pierre KloseIntegrante do Sistema de Bibliotecas da UEFS, a Biblioteca Setorial Pierre Klose recebe esse nome em homenagem a um dos fundadores do Seminário de Música da Universidade, o professor e pianista francês Pierre Klose. Inicia suas atividades em 1995, com um pequeno acervo, formado de doações feitas ao Seminário, à época da antiga Faculdade de Educação, com o objetivo de dar suporte às atividades desenvolvidas pelo CUCA. Atualmente, coloca à disposição do público, principalmente dos docentes e discentes do Ensino Fundamental e Médio vinculados ao Projeto Interação Ciência e Arte no Desenvolvimento das Potencialidades Regionais, um acervo de 1.510 títulos e 2.595 exemplares, especializados na área de arte-ciência e cultura, e desenvolve atividades de caráter artístico-cultural, estimulando o desenvolvimento intelectual, a participação e a criatividade dos seus usuários.

A Biblioteca Setorial Pierre Klose funciona em ampla sala, com ar-condicionado e boas condições de atendimento, estando conectada à Biblioteca Central Julieta Carteado e à INTERNET. No período de 1996 a 2000, acolhe um público circulante de 32.750 pessoas, desempenhando um papel significativo em termos de difusão cultural.

Museu Casa do Sertão

Construído pelo Lions Clube de Feira de Santana, e inaugurado a 30 de junho de 1978, no Campus da UEFS, o Museu Casa do Sertão objetiva preservar a cultura sertaneja, resguardando aspectos do cotidiano do homem dessa região, e, por extensão, da própria Feira de Santana.

Dentro deste princípio norteador – a preservação da história e das tradições de Feira de Santana e região – foi incorporado ao Museu o Centro de Estudos Feirenses, Órgão criado, pelo Monsenhor Renato de Andrade Galvão, visando incentivar a realização de pesquisas sobre a região.

Mais recentemente, foi também incorporado, ao Museu, o Centro de Pesquisa e Documentação de Feira de Santana – CPDOFS, tendo por meta a produção e viabilização da pesquisa histórica a nível de graduação e pós-graduação sobre Feira de Santana e região.

O acervo

O acervo do Museu é composto de cerca de 500 peças de pequeno e de grande porte. As referidas peças constituem-se dos seguintes materiais: palha, fibra, couro, madeira, tecido, barro, metal e pedra.

A maioria dessas peças refere-se à ocupação dos sertões pelo gado e ao artesanato popular da região.

O acervo fonográfico é composto de discos de forró, baião, modas de viola, xaxado; coleção de discos sobre folclore; fitas cassetes com cantorias, aboios e toadas e uma coleção de discos que datam do início da carreira de Luiz Gonzaga.

O Acervo Bibliográfico é composto de livros, periódicos e documentos sobre antropologia, religião, sociologia e história de Feira de Santana e região, como também de literatura de cordel, folclore e cultura popular.

Endereço: Av. Transnordestina, BR-116, km 03, Feira de Santana, Bahia, Brasil (Campi da UEFS)

Telefone:(75) 3161-8099

Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira (MAC Feira de Santana)

Mac Feira de Santana, um museu vivo

Construído em 1942 pelo prefeito Heráclito Dias de Carvalho para sediar os Currais Modelo. Em 1967, passou a abrigar o Museu Regional. Atualmente, Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira.

Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira (Mac Feira de Santana) foi fundado em 1967 pelo empresário Assis Chateaubriand, ocupando o antigo prédio onde funcionava a administração e balança de animais da feira de gado – posterior Ginásio Municipal – e adaptado sob a orientação dos arquitetos Jader Tavares, Diocleciano Barreto, Fernando Frank e Oto Gomes.

No final de 1995, a UEFS, que administra o Museu Regional, transferiu todo o acervo para o Centro Universitário de Cultura e Arte – CUCA. Consciente da importância histórica do edifício que durante quase trinta anos abrigou o Museu Regional, o Departamento de Cultura do Município dirigido na época por Juraci Dórea Falcão, na gestão do prefeito José Raimundo Pereira de Azevedo, desenvolveu um projeto visando a preservação do citado espaço para a área cultural, criando o Museu de Arte Contemporânea de Feira de Santana – Decreto 5.958, de 25 julho de 1996 – que através do Projeto de Lei 147/97, passou a denominar-se Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira.

Mac Feira de Santana foi concebido para atuar na produção artística contemporânea. O museu conta com um acervo referência de 58 obras dos mais representativos artistas plásticos baianos, a exemplo de: Calasans Neto, César Romero, Ruben Valentim, Juraci Dórea, Juarez Paraiso, Chico Liberato, Herivelton Figueredo, Gil Mário e Maristela Ribeiro.

A proposta de trabalho do MAC não se limita a expor um acervo fixo, optando por uma linha museológica mais dinâmica, realizando exposições mensais das várias linguagens plásticas: pintura, escultura, gravura, desenho, fotografia e também promovendo palestras culturais, oficinas de arte, edições de livros, mostra de vídeos, evidenciando um ‘museu vivo’, um museu que identifica e expressa os complexos meandros do fazer artístico contemporâneo.

Endereço: Rua Geminiano Costa, 255 – Centro

Telefone: (75)3223-7033 | E-mail: [email protected] | Facebook: facebook.com/macfeira

Funcionamento: De segunda à sexta, das 8h às 17h e aos sábados, das 14h às 17:30

Teatro Margarida Ribeiro

Administrado pela instituição municipal Fundação Egberto Tavares Costa, o Teatro Margarida Ribeiro conta com  271 lugares, camarins climatizados, a caixa cênica, forro de gesso acartonado – ideal para acústica, iluminação cênica e saída de emergência.

O  teatro foi reformado em 2015. A reinauguração do Teatro Margarida Ribeiro ocorreu em 18 de junho de 2015 com aprestação da peça ‘Abafabanca – Uma Delícia de Comédia’.

Endereço do Teatro Margarida Ribeiro: Rua José Pereira Mascarenhas, nº 409 | Bairro Capuchinhos | Feira de Santana | CEP: 44076-060

Centro de Abastecimento de Feira de Santana

Considerado maior entreposto comercial de alimentos do Norte e Nordeste, o Centro de Abastecimento de Feira de Santana foi construído na década de 1970 pelo prefeito José Facão da Silva, e inaugurado na gestão do sucessor, Colbert Martins. O Centro de Abastecimento provê alimentos para a população, além de disponibilizar rico artesanato regional, e espaço para manifestações culturais, através de um teatro de arena.

Centro de Cultura Amélio Amorim

Praça Jackson do Amaury e Monumento ao Caminhoneiro

O Monumento ao Caminhoneiro, instalado na Praça Jackson do Amaury em Feira de Santana, foi inaugurado em 15 de setembro de 2007. O monumento foi projetado pelo artista plástico Gil Mário, e edificado pela empresa feirense FCK Construções e Incorporações, durante a gestão do prefeito José Ronaldo de Carvalho.

O monumento presta homenagem aos profissionais motoristas que conduzem carga pelo meio rodoviário, ao mesmo tempo em que reafirma a posição de Feira de Santana como entreposto comercial e entroncamento rodoviário.

Na placa inaugural a inscrição:

Desde os primórdios desta terra, o ir e vir de pessoas e o trânsito de mercadorias, alavancou nosso presente e construiu nosso futuro. Este monumento é uma justa homenagem àqueles que com suas viagens e seu trabalho, comprova cada dia mais que o Brasil passa por aqui!

A arte de Gil Mário

Aos 56 anos de idade, Gil Mário de Oliveira Menezes, é um dos mais importantes artistas plásticos da Bahia. Nas suas pinturas, conteúdo e forma abstrata estão juntas e afastam qualquer possibilidade de se enxergar estéticas vazias e conteúdos licenciosos. Gil Mário baila com cores e expressões nos grandes salões do imaginário e do folclore regional e nordestino. Sua temática registra nas telas a exuberância da flora e fauna, inspiradas nas recordações de infância e adolescência, quando em curtas viagens degustava os aspectos da zona rural na região de Feira de Santana, visitando fazendas de amigos e familiares.

Nas telas de Gil Mário não se vê os tradicionais temas de miséria e flagelo sob um sol implacável. A arte de Gil Mário, possuidor de rara técnica, quando direcionada ao folclore, impressiona pelo resgate da cultura de um povo que sobrevive numa região seca, esquecida dos governantes, e que são afagados pelos espinhos de mandacarus e pela insensibilidade do poder público. O crítico de arte Marcus de Lontra Costa foi de extrema felicidade quando afirmou que Gil Mário “põe sua pintura a serviço do seu povo no imediato instante que a transforma numa documentação livre e poética, aberta à incursões pelo mítico universo da cultura popular”.

O momento mais expressivo desse artista feirense contraria as normas acadêmicas, é justamente quando fez uma reavaliação de sua produção, que, para muitos pintores só ocorre em uma etapa mais avançada da vida. Essa avaliação ocorreu durante o mês de novembro de 2002, no Museu de Arte Contemporânea, ocupando três salas, com 53 telas e uma escultura, registrando em cada um desses espaços uma fase de sua premiada carreira e oferecendo ao público a sua trajetória nas artes plásticas, com trabalhos que vão do formalismo de antanho, até à abstração formal da atualidade, além de passar pelo tema folclórico. Gil Mário é sem dúvida um dos maiores pintores da Bahia, e deixa o feirense envaidecido.

Festas populares

Micareta – A Micareta de Feira de Santana é o primeiro Carnaval fora de época da história. Criada em 1937, a Micareta se tornou uma das maiores manifestações populares da cidade. Atualmente, é realizada entre quinta-feira e domingo, no mês de abril, com atrações nacionais, estaduais e locais.

São João de São José – Atrações nacionais, estaduais e locais se reúnem durante três dias de festa no distrito de Maria Quitéria, antigo São José das Itapororocas.

São Pedro de Humildes – Considerado o melhor da região e um dos mais animados do Estado, o São Pedro de Humildes celebra o encerramento dos festejos juninos.

Expofeira – A Exposição Agropecuária de Feira de Santana é realizada desde 1965, sempre no mês de setembro, no Parque de Exposição João Martins da Silva. Reúne a força da terra em um só lugar. Exposições de animais e máquinas agrícolas, leilões, feira de agronegócios, shows. É a cultura regional valorizada através de projetos, manifestações populares, artesanato, música e comércio, mostrando que o Sertão é um celeiro cultural abundante em elementos que mostram a beleza e a riqueza da região.

Festival de Sanfoneiros – Lançado em 2007, o Festival de Sanfoneiros é uma iniciativa da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). O evento ocorre no mês de junho nas dependências do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca). A atividade objetiva valorizar a tradição do sanfoneiro dentro da cultura nordestina.

Festa do Vaqueiro de Jaguara – O evento é a expressão viva da cultura do vaqueiro do sertão. Existente há 24 anos, a festa mostra a tradição, a memória e a vida dos vaqueiros. É realizada no distrito de Jaguara. O evento ocorre no mês de setembro.

Festa do Vaqueiro de Ipuaçu – Fundado em 1858, o Distrito Governador João Durval Carneiro (Distrito de Ipuaçu) comemorou em 2015 a XVI edição da ‘Festa do Vaqueiro’. A religiosidade popular marca os eventos festivos, que começam com a procissão em homenagem a Nossa Senhora Aparecida. A manifestação de fé é seguida com a apresentação de atrações artísticas, cavalgada, e manifestações de grupos de trabalhadores rurais, a exemplo de agricultores, vaqueiros e pescadores.

A comunidade está situada ao lado do Lago de Pedra do Cavalo. Ela utiliza o evento, também, como forma de reafirma a defesa do meio ambiente e defesa das tradições culturais. A preservação dos rios Jacuípe e Paraguaçu, responsáveis pela formação do lago, são objeto de manifestação por parte da população.

Festa de Reis – A festa mistura cultura e tradição, uma das mais participativas da zona rural da cidade, acontece no domingo depois de 5 de janeiro (Dia de Reis). Um dos pontos altos da festa é apresentação do Reisado de São Vicente, considerado há décadas um dos mais importantes, em termos culturais do município. É realizada no distrito de Tiquaruçu.

Feira do Livro – A Feira do Livro ocorre durante uma semana, no final do mês de setembro. Em 2015 completou a 8ª edição. O evento é organizado pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e entidades parceiras. A feira literária conta rica programação artística e cultural. O evento é sediado na Praça João Barbosa de Carvalho (Praça do Fórum) a programação ocorre nos períodos diurno e noturno.

Bando Anunciador da Festa de Santana – Uma das mais importantes manifestações culturais populares da cidade. Foi resgatada em 2007 pelo Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca) e relembra a manifestação que anunciava o início dos festejos da padroeira do lugar, Senhora Sant’Ana. Percorre as ruas principais do centro da cidade.

Caminhada do Folclore – A Caminhada do Folclore é um movimento cultural liderado pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Ele ocorre no mês de outubro, e em 2015 completou a 16ª edição.

Participam da ‘Caminhada do Folclore’ quadrilhas, samba roda, fanfarras, grupos de capoeira, além de ocorrerem outras manifestações culturais. O evento conta, também, com a participação de artistas populares de Feira de Santana, Alagoinhas, Teofilândia, Ipirá, Cairu, Serrinha, Araci, Santo Amaro, Itaparica, Irará, Coração de Maria, Antonio Cardoso, além de grupos e indivíduos provenientes de outras cidades. O evento marca o encerramento das comemorações da Semana do Folclore.

Inserida no Guia de Bens Culturais do Brasil por indicação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a ‘Caminhada do Folclore’ se consolidou como meio de manifestação da autêntica expressão do povo, transmitida de geração para geração, com foco na cultura popular nordestina, considerada uma das mais ricas do país, em decorrência das tradições, festas, lendas e mitos.

Festival de Vozes da Terra – O ‘Festival Vozes da Terra’ ocorre no mês de setembro. O evento é promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer de Feira de Santana.

Festival de Música Gospel – O ‘Festival de Música Gospel’ ocorre no mês de dezembro. O evento é promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer de Feira de Santana.

Caminhada pela Paz – A ‘Caminhada pela Paz’ teve início em 1992, e ocorre, anualmente, no mês de maio. Os participantes percorrem a Avenida Getúlio Vargas. Ao final do evento é celebrada missa ecumênica. O evento é promovido pelo Movimento Internacional pela Paz e Não-Violência (MovPaz).

 Dados históricos de Feira de Santana

Em meados do século XVIII, os donos da Fazenda Sant’Anna dos Olhos D’Água, Domingos Barbosa de Araújo e Ana Brandoa, construíram uma capela dedicada a Nossa Senhora Sant’Anna. Esta, por sua localização privilegiada, passou a ser ponto de referência para aqueles que trafegavam naquela região.No final do século, o desenvolvimento do comércio, em particular de gado, deu origem a uma feira, que acabou por se transformar em um centro de negócios.

Com o grande número de feirantes, o povoado foi forçado a progredir. Ruas foram abertas facilitando o trânsito, lojas começaram a aparecer em grande número, e assim foi chegando o progresso.Em 1883, foram criados o município e a vila, com território desmembrado de Cachoeira e constituído pelas freguesias de São José das Itapororocas, Sagrado Coração de Jesus do Perdão e Sant’Anna do Comissão (atual município de Ipirá).Passou a ser cidade em 1873, com o nome de Cidade Comercial de Feira de Santana.

Em 1938, esta denominação foi simplificada para Feira de Santana. A “Princesa do Sertão” foi o nome dado por Rui Barbosa, numa visita à cidade, em 1919, pela sua posição geográfica privilegiada. O maior entroncamento rodoviário do Norte/Nordeste do país vem experimentando um processo de evolução sem precedente no Estado, permanecendo assim, fiel ao seu passado de sempre crescer e produzir.

Atualmente Feira de Santana é a 2ª maior cidade do Estado da Bahia e, tem como principais atividades econômicas o comércio, indústria, serviços, agricultura e pecuária.(Materias elaboradas sob encomenda no início de 2002)

Limites de Feira de Santana

Norte: Município de Santa Bárbara

Nordeste: Município de SantanópolisS

Sul: Município de São Gonçalo dos Campos

Leste: município de Coração de Maria.

Vegetação

A vegetação tem total predominância de Caatinga.

Dados Geográfico 

Altitude: 234 m

Área: 1.344m²

Dados climáticos

Precipitação média anual de chuvas: 900  a 1.400 mm

Temperatura média anual: 21,1º C

Períodos chuvosos: de abril a junho, e de setembro a dezembro

Tipos climáticos: seco sub-úmido e úmido sub-úmido.

Região Metropolitana de Feira de Santana

A Região Metropolitana de Feira de Santana (RMFS) foi sancionada pelo governador Jaques Wagner em 6 de julho de 2011 pela Lei Complementar Estadual nº 35 (LCE 35/2011), e entrou em vigor a partir do dia 7 de julho de 2011, dia em que o decreto foi publicado no Diário Oficial. A criação da região metropolitana é um antigo projeto, iniciado por Colbert Martins, de oficialização da influência sobre os municípios em volta de Feira de Santana com a proposta de englobar 15 municípios baianos. O projeto foi retomado na Assembleia Legislativa da Bahia em 2010, e no dia 16 de junho de 2011 o projeto foi aprovado por esta Assembleia.

A LCE 35 de 2011 ainda definiu a criação do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Feira de Santana, cujo objetivo é a coordenação das políticas dos municípios metropolitanos integrantes.

Salvador e Feira de Santana estão separadas por cerca de 100 quilômetros. Contudo, suas regiões metropolitanas são vizinhas, uma vez que Amélia Rodrigues, da RMFS, limita-se com São Sebastião do Passé, na RMS.

Municípios

A região inicialmente engloba seis municípios: Amélia Rodrigues, Conceição da Feira, Conceição do Jacuípe, Feira de Santana, São Gonçalo dos Campos e Tanquinho, anexando mais dez durante a segunda fase do projeto. Esses dez municípios compõem, segundo o projeto de Lei Complementar 106 de 2011, a Área de Expansão Metropolitana de Feira de Santana, na qual estão incluídos os municípios de Anguera, Antônio Cardoso, Candeal, Coração de Maria, Ipecaetá, Irará, Riachão do Jacuípe, Santa Bárbara, Santanópolis e Serra Preta.

Transporte e infraestrutura

A região possui uma concentração viária das rodovias federais BR-101, BR-324 e BR-116. Também possui como hidrelétrica a Barragem da Pedra do Cavalo, no Rio Paraguaçu.

A Associação dos Engenheiros da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro (Aelb-BA) incitou estudos e eventos sobre a expansão do Trem do Subúrbio de Salvador até o município de Conceição da Feira, para meados da década de 2020. Vários municípios da região também já foram incluídos no roteiro do trem Transbaião. Também está em estudo na câmara estadual a possível viabilização do transporte metroviário na Região Metropolitana.

MunicípioÁrea (km²)1População (2010) 1População estimada (2015) 1IDHM (2010) 2PIB (2012) 1Escala Brasil Transparente (2015) 3
Feira de Santana (1832)1.337.993556.642617.5280,712R$ 1.387.365,00Posição: 255 | Nota: 4,58
Conceição do Jacuípe115.68032.76132.7610,695R$ 598 198Posição: | Nota:
São Gonçalo dos Campos293.98936.64136.6410,667R$ 292.152,00Posição: | Nota:
 Amélia Rodrigues124.07526.47726.4770,695R$ 146.686,00Posição: | Nota:
Conceição da Feira159.77622.22622.2260,668R$ 115.557,00Posição: | Nota:
Tanquinho209.0268.5108.5100,661R$ 33.503,00Posição: 476 | Nota: 2,8
1 – IBGE – Cidades
2 – Atlas Brasil | Faixa do IDHM – Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799)
3 – Escala Brasil Transparente – Panorama dos Governos Municipais na Bahia – 2ª avaliação da CGU (2015)

Leia +

A Câmara Municipal de Feira de Santana

A visita do presidente da Ditadura Militar-Civil, Castelo Branco, a Feira de Santana

Em Feira de Santana, a Igreja de Nossa Senhora dos Remédios

Feira de Santana – CUCA: a Galeria de Exposições Temporárias Carlo Barbosa

Feira de Santana – CUCA: o Centro Universitário de Cultura e Arte

–O Cuca funciona no histórico prédio do Grupo Escolar José Joaquim Seabra, inaugurado em 12 de março de 1916. A partir de 1927, funcionou como Escola Normal. Depois, no final dos anos 60, passou a abrigar a Faculdade de Educação de Feira de Santana, precursora da Universidade Estadual de Feira de Santana. Atualmente, abriga o Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca) com o Museu Regional de Arte.

Feira de Santana – CUCA: o Museu Regional de Arte (MRA)

Feira de Santana – CUCA: o Seminário de Música e Oficinas de Criação Artística

Filarmônicas 25 de Março, Vitória e Euterpe Feirense fazem parte da história cultural de Feira de Santana

Reminiscências do Feira de Santana Tênis Clube

*Com informações do IBGE, Atlas Brasil (2015), Prefeitura Municipal de Feira de Santana, e Wikipédia.

Confira imagens de Feira de Santana

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Observatório Astronômico Antares, em Feira de Santana
Vista aérea do Observatório Astronômico Antares, em Feira de Santana
Paço Maria Quitéria, sede da Prefeitura Municipal de Feira de Santana
Mercado de Arte Popular (MAP), em Feira de Santana
Mercado de Arte Popular (MAP), em Feira de Santana
Mercado de Arte Popular (MAP), em Feira de Santana
Fachada da Catedral Metropolitana de Sant'Ana, em Feira de Santana (Igreja Matriz de Feira de Santana)
Fachada da Catedral Metropolitana de Sant'Ana, em Feira de Santana (Igreja Matriz de Feira de Santana)
Prefeitura Municipal de Feira de Santana (PMFS)
Monumento ao Caminhoneiro, instalado na Praça Jackson do Amaury em Feira de Santana (1)
Monumento ao Caminhoneiro, instalado na Praça Jackson do Amaury em Feira de Santana (2)
Fachada do Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA) em Feira de Santana
Vista aérea do Parque da Cidade Frei José Monteiro Sobrinho em Feira de Santana
Vista aérea do Parque da Cidade Frei José Monteiro Sobrinho em Feira de Santana
Vista aérea do Parque da Cidade Frei José Monteiro Sobrinho em Feira de Santana
Complexo de edificações do Cuca abrigam o Museu Regional de Arte de Feira de Santana, a Galeria de Arte Carlo Barbosa, o Teatro do Cuca e as salas de aula
Complexo de edificações do Cuca abrigam o Museu Regional de Arte de Feira de Santana, a Galeria de Arte Carlo Barbosa, o Teatro do Cuca e as salas de aula (2)
Complexo de edificações do Cuca abrigam o Museu Regional de Arte de Feira de Santana, a Galeria de Arte Carlo Barbosa, o Teatro do Cuca e as salas de aula
Complexo de edificações do Cuca abrigam o Museu Regional de Arte de Feira de Santana, a Galeria de Arte Carlo Barbosa, o Teatro do Cuca e as salas de aula
Fachada da Galeria de Arte Carlo Barbosa
Fachada do Museu Regional de Arte de Feira de Santana (MRA)
Fachada do Museu Regional de Arte de Feira de Santana (MRA)
Galeria de Arte Carlo Barbosa é parte do complexo Centro Universitário de Cultura e Arte da Universidade Estadual de Feira de Santana
Interior do Centro Universitário de Cultura e Arte da Universidade Estadual de Feira de Santana (CUCA – UEFS)
Fachada da sede da Câmara Municipal de Feira de Santana (CMFS)

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Sobre o autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto Oliveira da Silva (Carlos Augusto) é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF). Atua como jornalista e cientista social. Telefone: (75)98242-8000 | E-mail: [email protected]