Em 1989, Francis Fukuyama publicou um artigo em que afirmava que o surgimento dos movimentos reformistas na então União Soviética e na Europa Oriental, além da propagação da cultura do consumo em escala mundial, marcava a vitória do Ocidente, do mundo capitalista. Os resultados daquilo que Fukuyama tão habilmente percebera nos movimentos emergentes começaram a se mostrar corretos. Algo como a realidade dando munição para uma teoria de natureza explosiva. A partir daquele artigo, publicado em uma revista especializada e de circulação restrita, acendeu-se o estopim de uma acirrada discussão, que se propagou em todos os meios após a publicação do livro. Afinal, entrou em debate o rumo da História ou, mais sísmico, o fim, no sentido hegeliano, do que se entende por História. Em seu estudo, Fukuyama toma como referência não só a noção de Hegel, mas também a de Marx.
Blogs: Colunistas e Artigos

A revisão de Francis Fukuyama sobre o conceito de ‘O Fim da História’, o desafio à ordem neoliberal, com a superação do capitalismo e o desenvolvimento do socialismo de mercado | Por Fernando Marcelino

Vinte hipóteses sobre a trajetória do socialismo e o “fim da História”. Em 1989, caiu o estatismo soviético, mas não a esperança de superar o capitalismo. Ela reaparece na China — imperfeita, mas em claro desafio à ordem neoliberal.

Reunião com os líderes dos países que formam o Grupo BRICS ocorrida em 27 de junho de 2016.
Manchete

Nova Ordem Mundial: Após 13 anos da 1ª cúpula, BRICS prepara novo ciclo com ‘adeus à hegemonia’ dos EUA

Na data de celebração do encontro que selou a aliança entre os cinco países, a evolução do Grupo de países denominado BRICS nos últimos anos e as perspectivas em uma Nova Ordem Mundial são avaliados por especialistas, que abordam a atual conjuntura política e econômica global e a necessidade reforçar a ampliação e unidade do Brasil, Rússia, Índia e China e África do Sul.