Juiz Suspeito: As evidências da associação entre Sérgio Moro e a força-tarefa do Caso Lava Jato. Após ter acesso às mensagens de celular apreendidas pela Operação Spoofing, a defesa de Lula reuniu inúmeras provas de que Moro e procuradores agiram fora da lei para alcançar objetivos políticos.
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As provas da farsa na atuação da força-tarefa do Caso Lava Jato que levaram a condenação de Sérgio Moro como juiz suspeito; Em tese, evidências demonstram sistema de ação da ‘Aliança do Crime’

Em 29 de dezembro de 2020, os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva obtiveram autorização do do Supremo Tribunal Federal (STF) para analisar mensagens de celular trocadas entre procuradores da República, membros da

Em tese, ex-presidente Lula foi vítima de atos persecutórios promovidos por membros da força-tarefa do Caso Lava Jato, em conjunção com elementos e personalidades, que conformam ‘Aliança do Crime’.
Caso Lava Jato

Imprensa internacional destaca fraude processual contra ex-presidente Lula que culminou com reconhecimento pelo STF; Em tese, “Aliança do Crime’ instrumentalizou investigação do Caso Lava Jato para fins persecutórios, enriquecimento pessoal e poder

A decisão em Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou as condenações do ex-presidente Lula e recuperou de vez seus direitos políticos, na quinta-feira (15/04/2021), ganhou amplo destaque nos principais jornais e sites de

Ministro Luiz Fux, presidente do STF, é apoiador de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol, que, em tese, formaram uma espécie de 'Aliança do Crime', cujo resultado prático foi a violação dos direitos civis do ex-presidente Lula, cumulado com a deposição de Dilma Rousseff e assunção ao poder da direita e extrema-direita protagonizadas por Michel Temer e Jair Bolsonaro, governante de viés fascista.
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Plenário do STF vai julgar recursos contra decisão que anulou condenações do ex-presidente Lula; Em tese, certos membros da Corte de Justiça, identificados com a direita e extrema-direita, apoiam ‘Aliança do Crime’

Por maioria de votos, o Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a decisão do ministro Edson Fachin de remeter ao Plenário o julgamento de três recursos (agravos regimentais) contra sua decisão que anulou as condenações do