Salvador: Casa da Mãe divulga programação musical

Publicidade

Banner da Gujão: Campanha com o tema ‘Tudo fresquinho é melhor’, veiculada em 3 de junho de 2022.
Carlos Barros é uma das atrações da semana na Casa da Mãe.
Carlos Barros é uma das atrações da semana na Casa da Mãe.

Uma diversidade de ritmos, estilos, sempre tocados com muito talento. É o que se pode encontrar todas as semanas na programação da Casa da Mãe, localizado em Salvador, nos shows dos artistas que brilham na cena cultural baiana. Esta semana tem Samba-Jazz, Sarau Comidinha na Panela, Choro Catado, Samba do Liba, Carlos Barros, Pedro de Rosa Morais e Sonora Amaralina. Confira:

Nesta terça-feira (02/08/2022), às 21 horas, Matias Traut, Samuel Cabral, Tobias Möller, Jordi Amorim e Fernando Isaia sobem ao palco da Casa da Mãe para tocar Samba-Jazz. Também conhecido como Jazz Samba ou Hard Bossa Nova, o Samba-Jazz é um estilo de samba caracterizado pelo seu espírito intimista e muita improvisação. Logo em seguida é hora do Sarau Comidinha de Panela, que transforma as noites de terça-feira do Rio Vermelho no melhor lugar do mundo para se encontrar gente bacana, boa comida, música de primeira e muita liberdade!  O Sarau Comidinha de Panela tem entrada franca e palco franqueado para artistas consagrados, iniciantes, amadores, para quem quiser mostrar seus talentos e paixões. À meia noite em ponto, depois da apresentação do Samba Jazz. E para completar… no cardápio assinado pela chef Stella Maris, maniçoba da boa e casquinha de maturi.

Na quarta-feira (03/08/2022), às 21 horas, o Choro Catado marca presença. Este é o projeto de chorinho do grupo Siri Catado, que, sob o comando de Ênio Bernardes (percussão e voz), promove mais uma animada roda de choro, na companhia de Dudu Reis (cavaquinho), Leandro Tigrão (flauta) e Daniel Veloso Rocho (violão de 7cordas). O Choro Catado toca choro contemporâneo e as composições dos grandes mestres como Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha, Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo.

Na quinta-feira (04/08/2022), a Casa da Mãe recebe a partir das 21 horas, o Samba do Liba. No repertório, muito samba! Tradicional, de Raiz, de Roda, mas também Partido Alto, chorinho e ijexá.  O “Samba do Liba” é formado por Elvio Magalhães (cavaco), Patrícia Ribeiro (voz), Riquinho (percussão), Thiago Leite (voz e violão) e Vitor Ribeiro (percussão).  O Samba do Liba nasceu que nem bebê mesmo, sem nome nenhum, em julho de 2016. Veio ao mundo apenas como uma reunião de amigos músicos, no Bar do Espanha, nos Barris, em Salvador. Juntos eles mostravam suas poesias e, “de quebra”, tocavam samba. Na época o Bar do Espanha era de Joseph, que não era espanhol, era libanês, mas que gostava de samba e abraçou a ideia de fazer aquele grupo de músicos ainda sem batismo passar a tocar lá todas as sextas-feiras.

O negócio começou a dar certo, o movimento aumentou, as pessoas começaram a procurar saber nas redes sociais se “nessa sexta ia ter o Samba do Libanês?” E aí, não deu outra, o grupo foi batizado: Samba do Libanês! Hoje, para facilitar mais as coisas, o nome virou quase um apelido entre amigos, e o grupo se chama Samba do Liba. Do Bar do Espanha o Samba do Liba saiu ganhando o mundo, tocando em vários locais de Salvador e para além das terras quentes da capital da Bahia. Desde 2018 seus componentes são os mesmos – Elvio Magalhães (cavaco), Patrícia Ribeiro (voz), Riquinho (percussão), Thiago Leite (voz e violão) e Vitor Ribeiro (percussão). E o samba que eles fazem passa pelos grandes clássicos, mas se lança em outras aventuras também. Eles tocam Ijexá, Chorinho, Partido Alto, Samba Raiz e claro, Samba de Roda. Fazem um verdadeiro resgate de tudo que é bom, com o desejo de levar sua mensagem para mais e mais pessoas, ampliar horizontes, lançar música boa no mundo!

Na sexta-feira (05/08/2022), tem Carlos Barros, com o novo espetáculo “Balance”, que traz a ideia de balanço/dança numa dimensão de força musical no Brasil. No repertório, canções emblemáticas cujo suingue é a principal característica, além de algumas composições autorais compostas e/ou gravadas por Carlos Barros. Em “Balance” a música surge em sonoridades baseadas na criatividade percussiva baiana e no componente pop da guitarra elétrica em diversas possibilidades timbrísticas.

“Balance” é um espetáculo musical com um repertório que remonta – entre canções autorais e obras da música popular brasileira – à estética dos gêneros voltados ao movimento e à dança no Brasil.  Tendo como fio condutor a estética do samba-rock, a partir de algumas canções de Jorge Ben, o show aponta para a diversidade de ritmos (sobretudo aqueles de matriz afro-brasileira) que consistem na música dita “dançante” neste país.

Compositores como o próprio Jorge Ben Jor, Zélia Duncan, Carlinhos Brown, Zeca Baleiro, Lenine Gilberto Gil e Chico César têm leituras de canções suas para o formato voz/guitarra/percussões. Nessa edição haverá também um pequeno bloco com canções juninas de Luiz Gonzaga, Sivuca, Targino Gondim e Dominguinhos. “Balance” tem Carlos Barros – voz, Gabriel Barros – guitarra e Nelson Pena – percuteria.

No sábado (06/08/2022), às 21 horas, Pedro de Rosa Morais dá continuidade à sua temporada de shows na Casa da Mãe. Para celebrar a sua volta aos palcos ele escolheu cantar os grandes sucessos dos maiores nomes da música brasileira. No próximo sábado ele homenageia o aniversariante da semana, Caetano Veloso, e recebe convidados.

No domingo (07/08/2022), a Casa da Mãe recebe a partir das 19 horas, o Sonora Amaralina, que é uma orquestra de Cumbia, nascida em abril de 2018, no bairro de Amaralina. No repertório, muita música instrumental latino-americana. O Sonora Amaralina é formado por Daniela Natali (clarinete), Matias Traut (trombone), Fernando Isaia (trompete), Felipe Guedes (baixo e guira) Marcel Moron (congas), Mauricio Muñoz (percussão), Celival (sax barítono), Gleison Coelho (sax tenor) e Bruno Aranha (piano). La Cumbia é dos uns ritmos mais populares da América Latina.  Nascida na Colômbia, onde sua raiz são os tambores e os instrumentos ocidentais, a partir da mistura das culturas de origem africana, indígena e europeia, esse ritmo chamativo foi logo espalhando-se por todo o continente Americano, logo depois ganhando o mundo. Sonora Amaralina traz releituras do repertório de orquestras da música popular latino-americana, de compositores clássicos como Lucho Bermudez, Pacho Galan, Climaco Sarmiento, assim como compositores contemporâneos de outros países. O repertório da orquestra inclui músicas autorais com sotaque soteropolitano. Elas são compostas, a partir de uma pesquisa histórica, de como o ritmo se espalhou por todos os países da América, até chegar ao Brasil.

Banner do JGB: Campanha ‘Siga a página do Jornal Grande Bahia no Google Notícias’.
Sobre Redação do Jornal Grande Bahia 123204 Artigos
O Jornal Grande Bahia (JGB) é um portal de notícias com sede em Feira de Santana e abrange as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador. Para enviar informações, fazer denúncias ou comunicar erros do jornal mantenha contato através do e-mail: editor@jornalgrandebahia.com.br.