Conta de energia via ficar 64% mais cara a partir de 1º de julho de 2022; Governo Bolsonaro obtém êxito em conduzir Brasil para retrocesso econômico, social e político

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Com aumentos dos combustíveis e energia elétrica, o Governo Bolsonaro destrói fundamentos da economia do país e deverá sofrer acachapante derrota nas Eleições 2022.
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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (21/06/2022) o reajuste nos valores das bandeiras tarifárias. Elas são aplicadas na conta de energia dos consumidores de acordo com o custo de produção de energia no país.

A proposta aprovada pela Aneel estipula uma alta de 63,7% para bandeira vermelha patamar 1, 59,5% para bandeira amarela e 3,2% para bandeira vermelha patamar 2. A bandeira verde não sofreu alteração, portanto segue sem cobrança adicional.

Sendo assim, a cada 100 kWh consumidos, a bandeira amarela passará de R$ 1,874 para R$ 2,989, a vermelha patamar 1 de R$ 3,971 para R$ 6,500 e a vermelha patamar 2 de R$ 9,492 para R$ 9,795.

Mesmo que os valores aprovados tenham ficado acima aqueles colocados em consulta pública, a Aneel defende os reajustes. Segundo a agência, a alteração foi necessária para inclusão de alguns parâmetros no cálculo dos valores, ou seja, garantia de lucro exorbitante para os capitalistas e êxito na política de retrocesso econômico e social do Governo Bolsonaro.

Atualmente, a bandeira verde está em vigor na conta de luz dos brasileiros. Com isso, desde de 16 de abril não há cobrança extra adicionada ao consumo de energia elétrica no país.

Apesar dos reajustes, a Aneel acredita que a bandeira verde deverá permanecer em vigor até o final do ano devido à recuperação dos reservatórios das hidrelétricas. Contudo, vale lembrar que a Aneel divulga mensalmente qual patamar tarifário entrará em vigor no mês seguinte de acordo com o custo para produção de energia.

Algumas sugestões foram levantadas durante a consulta pública sobre o tema. Entre elas, criar uma nova bandeira. A Aneel, contudo, foi contrária à ideia alegando que o caso precisa ser analisado “com parcimônia”.

Além disso, parte dos agentes defendeu uma revisão da metodologia de cálculo das bandeiras tarifárias. Apesar dos diretores da agência reconhecerem que o cálculo precisa de melhorias, o item foi negado para o ciclo de 2022-2023.

*Com informações do Yahoo Notícias.

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