Salvador: Banda Park Sonoro estreia na Casa da Mãe

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Gravnave, formado por Jackson Almeida, Daniel Ragoni e Faster, se apresenta na Casa da Mãe.
Gravnave, formado por Jackson Almeida, Daniel Ragoni e Faster, se apresenta na Casa da Mãe.

Na quinta-feira (07/04/2022), às 21 horas, tem a moderna música do Gravnave, formado por Jackson Almeida, Daniel Ragoni e Faster, na Casa da Mãe, em Salvador. O grupo tem como proposta reunir ritmos da Bahia e tecnologia. Movidos pelo desejo de comunicar partindo do lugar que lhes é comum no mapa, fazem uma pesquisa de fusão de ritmos afro-baianos com a sonoridade eletrônica contemporânea. Experimentando novas ideias para o vasto vocabulário de ritmos da Bahia, compuseram um álbum do qual já lançaram três singles. Os universos dos três integrantes, sintetizam um caminho cujo objetivo é refletir a pulsação quente, suave, bela e periférica, abordando temáticas variadas centradas no respeito à diversidade.

Na sexta, dia 8 de abril, às 21 horas, sobe ao palco a Banda Park Sonoro, formada por dois importantes compositores do cenário artístico baiano: Dom Chicla e Paulo Nascimento. E a proposta é misturar o pop rock com a musicalidade de raiz africana. A ideia é aproveitar a sonoridade brasileira e as influências que fazem parte da trajetória musical deles, como o samba, o rock e o soul que aparecem em gravações de artistas como Saulo Fernandes, Ivete Sangalo, Gilberto Gil, Harmonia do Samba, Claudia Leite e Xande de Pilares. Paulo Nascimento é músico autodidata e compositor. Iniciou sua carreira com bandas de samba, pop e axé da região do Cabula, mas graças a seu talento, fez parcerias e tocou com artistas como Dão Black, Saulo Fernandes, Alexandre Peixe e bandas como Cheiro de Amor e Os My Friends.

No sábado, dia 9 de abril, é a vez dos coroas subirem ao palco da Casa da Mãe. É que o grupo Pagode de Velho reúne amigos músicos de longa data, que conhecem muito de samba e de pagode e promovem aquela roda de samba digna de ser chamada de sambão!  Tem banjo, cavaco, cuíca, surdo, tantan, violão de 7 cordas, pandeiro e reco-reco, os clássicos dos dois estilos, batida na palma da mão, público cantando junto e muito samba no pé.  E à frente desta festa estão Betho Wilson (banjo e voz), Jonilson Pantera (cavaco e voz), Leonardo Kibe (surdo e tantan) e Rafael Alves (pandeiro e cuíca).

No domingo, dia 10 de março, a Casa da Mãe recebe a partir das 19 horas, o Sonora Amaralina, que é uma orquestra de Cumbia formada por Daniela Natali (clarinete), Matias Traut (trombone), Fernando Isaia (trompete), Felipe Guedes (baixo e guira) Marcel Moron (congas), Mauricio Muñoz (percussão), Celival (sax barítono), Gleison Coelho (sax tenor) e Bruno Aranha (piano). No repertório, muita música instrumental latino-americana. Nascida na Colômbia, onde sua raiz são os tambores e os instrumentos ocidentais, a partir da mistura das culturas de origem africana, indígena e europeia, a cumbia foi se espalhando por todo o continente americano e ganhou o mundo. O Sonora Amaralina traz releituras do repertório de orquestras da música popular latino-americana e músicas autorais com sotaque soteropolitano.

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