Salvador: Casa da Mãe divulga programação semanal

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Grupo Gravnave, formado por Jackson Almeida, Daniel Ragoni e Faster, é a atração de quinta-feira (09/03/2022) na Casa da Mãe.
Grupo Gravnave, formado por Jackson Almeida, Daniel Ragoni e Faster, é a atração de quinta-feira (09/03/2022) na Casa da Mãe.

Todas as terças feiras é noite de Samba-Jazz na Casa da Mãe, em Salvador, com Matias Traut, Samuel Cabral, Tobias Möller, Jordi Amorim e Fernando Isaia. Nesta terça-feira (08/03/2022), às 21 horas eles sobem de novo ao palco para  “defender” o espaço do Samba-Jazz na cena musical de Salvador. Também conhecido como Jazz Samba ou Hard Bossa Nova, mas diferentemente da bossa nova, que é um estilo de samba caracterizado pelo seu espírito intimista, o Samba-Jazz tem na improvisação e na estridência componentes muitos presentes. É só ir na Casa da Mãe conferir.

Na quarta-feira, 09 de março, às 21 horas, é a vez do Choro Catado, projeto de chorinho do grupo Siri Catado, que promove mais uma animada roda de choro com Ênio Bernardes (percussão e voz), Dudu Reis (cavaquinho), Leandro Tigrão (flauta) e Daniel Veloso Rocho (violão de 7cordas). O Choro Catado toca choro contemporâneo e as composições dos grandes mestres. No repertório, choros tradicionais de Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha, Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo. No palco quatro instrumentistas de primeira tocando o brasileiríssimo chorinho e recebendo convidados. Quer coisa melhor?

Na quinta-feira, 10 de março, às 21 horas, tem a moderna música do Gravnave, formado por Jackson Almeida, Daniel Ragoni e Faster. O grupo tem como proposta reunir ritmos da Bahia e tecnologia. Movidos pelo desejo de comunicar partindo do lugar que lhes é comum no mapa, fazem uma pesquisa de fusão de ritmos afro-baianos com a sonoridade eletrônica contemporânea. Experimentando novas ideias para o vasto vocabulário de ritmos da Bahia, compuseram um álbum do qual já lançaram três singles. Os universos dos três integrantes, sintetizam um caminho cujo objetivo é refletir a pulsação quente, suave, bela e periférica, abordando temáticas variadas centradas no respeito à diversidade.

Na sexta, dia 11 de março, às 21 horas, a Casa da Mãe recebe o grupo Pagode de Velho, que nasceu num domingo comum em uma Salvador ensolarada em pleno horário de almoço, de um encontro inusitado de músicos que se conheciam na cena da cidade e tinham o mesmo gosto musical, embora nunca tivessem tocado juntos, surge uma roda de samba inesperada onde os instrumentos, um a um, saíam de dentro de carros e baús de motos: banjos, cuica, candeiro, tantan. A roda de samba que começava tímida fez com que o ambiente todo se transformasse numa verdadeira apoteose com pessoas vindas de diversos bairros para reforçar a palma da mão e cantar os refrões dos clássicos de grandes compositores brasileiros. A partir desse episódio nasceu e se estabeleceu o grupo de samba Pagode de Velho que com esse nome já deixa claro a linha de repertório que prioriza as canções clássicas do gênero musical Samba. Os integrantes são músicos que também acompanham outros artistas tendo assim larga experiência com apresentações de música em todos os níveis. Assim, tem Betho Wilson (banjo e voz), Jonilson Pantera (cavaco e voz), Leonardo Kibe (surdo e tantan) e Rafael Alves (pandeiro e cuíca). Como convidados músicos que estarão à frente do violão 7 cordas, reco-reco e percussão.

No sábado, dia 12 de março, tem o Samba do Liba. No repertório, muito samba! Tradicional, de Raiz, de Roda, mas também Partido Alto, chorinho e ijexá.  O “Samba do Liba” é formado por Elvio Magalhães (cavaco), Patrícia Ribeiro (voz), Riquinho (percussão), Thiago Leite (voz e violão) e Vitor Ribeiro (percussão).  O Samba do Liba nasceu que nem bebê mesmo, sem nome nenhum, em julho de 2016. Veio ao mundo apenas como uma reunião de amigos músicos, no Bar do Espanha, nos Barris, em Salvador. Juntos eles mostravam suas poesias e, “de quebra”, tocavam samba. Na época o Bar do Espanha era de Joseph, que não era espanhol, era libanês, mas que gostava de samba e abraçou a ideia de fazer aquele grupo de músicos ainda sem batismo passar a tocar lá todas as sextas-feiras.

O negócio começou a dar certo, o movimento aumentou, as pessoas começaram a procurar saber nas redes sociais se “nessa sexta ia ter o Samba do Libanês?” E aí, não deu outra, o grupo foi batizado: Samba do Libanês! Hoje, para facilitar mais as coisas, o nome virou quase um apelido entre amigos, e o grupo se chama Samba do Liba. Do Bar do Espanha o Samba do Liba saiu ganhando o mundo, tocando em vários locais de Salvador e para além das terras quentes da capital da Bahia. Desde 2018 seus componentes são os mesmos – Elvio Magalhães (cavaco), Patrícia Ribeiro (voz), Riquinho (percussão), Thiago Leite (voz e violão) e Vitor Ribeiro (percussão). E o samba que eles fazem passa pelos grandes clássicos, mas se lança em outras aventuras também. Eles tocam Ijexá, Chorinho, Partido Alto, Samba Raiz e claro, Samba de Roda. Fazem um verdadeiro resgate de tudo que é bom, com o desejo de levar sua mensagem para mais e mais pessoas, ampliar horizontes, lançar música boa no mundo!

No domingo, dia 13 de março, a Casa da Mãe recebe a partir das 19h, o Sonora Amaralina, que é uma orquestra de Cumbia, nascida em abril de 2018, no bairro de Amaralina. No repertório, muita música instrumental latino-americana. O Sonora Amaralina é formado por Daniela Natali (clarinete), Matias Traut (trombone), Fernando Isaia (trompete), Felipe Guedes (baixo e guira) Marcel Moron (congas), Mauricio Muñoz (percussão), Celival (sax barítono), Gleison Coelho (sax tenor) e Bruno Aranha (piano). La Cumbia é dos um ritmos mais populares da América  Latina.  Nascida na Colômbia, onde sua raiz são os tambores e os instrumentos ocidentais, a partir da mistura das culturas de origem africana, indígena e europeia, esse ritmo chamativo foi logo espalhando-se por todo o continente Americano, logo depois ganhando o mundo. Sonora Amaralina traz releituras do repertório de orquestras da música popular latino-americana, de compositores clássicos como Lucho Bermudez, Pacho Galan, Climaco Sarmiento, assim como compositores contemporâneos de outros países. O repertório da orquestra inclui músicas autorais com sotaque soteropolitano. Elas são compostas, a partir de uma pesquisa histórica, de como o ritmo se espalhou por todos os países da América, até chegar ao Brasil.

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