Projeto ‘Cultivando Ostras’ incentiva o empoderamento de Mulheres no Recôncavo da Bahia

Publicidade

Banner da Gujão: Campanha com o tema ‘Tudo fresquinho é melhor’, veiculada em 3 de junho de 2022.
Mulheres da comunidade da Enseada do Paraguaçu geram emprego e renda por meio do cultivo de ostras com o apoio da Votorantim Cimentos.
Mulheres da comunidade da Enseada do Paraguaçu geram emprego e renda por meio do cultivo de ostras com o apoio da Votorantim Cimentos.

A Votorantim Cimentos tem colaborado para a geração de renda e o fortalecimento do protagonismo e do empreendedorismo feminino no Recôncavo Baiano. Desde 2019, a empresa apoia o projeto Cultivando Ostras, desenvolvido por meio do Programa ReDes (Redes para o Desenvolvimento Sustentável), em parceria com a Associação dos Pescadores e Marisqueiras Remanescentes de Quilombos da Enseada do Paraguaçu, do Instituto Votorantim e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES).

O projeto, que beneficia mulheres que residem nas proximidades do Rio Paraguaçu, tem o objetivo de estimular a geração de renda alternativa para marisqueiras da comunidade de Enseada do Paraguaçu, em Maragogipe, por meio do cultivo de ostras.

Desde 2019, as mulheres recebem acompanhamento técnico para capacitação, manejo e comercialização de ostras. A expectativa é de que, neste ano, ocorra a participação em eventos locais, como feiras, para o fortalecimento da comercialização dos produtos. O calendário das feiras está em fase de elaboração, conforme as medidas de prevenção da Covid-19 na localidade.

A marisqueira Tamires Matos, de 33 anos, faz parte do projeto há um ano. Envolvida com a área pesqueira desde jovem por causa da mãe, ela conheceu o “Cultivando Ostras” durante o início da pandemia e viu a possibilidade de empreender. Segundo a marisqueira, o trabalho na associação é desenvolvido de forma colaborativa e o aprendizado é compartilhado entre todas as participantes. “Aqui todo mundo faz tudo, separação, contagem, medição e outras montam a mesa de cultivo”, diz Tamires.

Para melhor aproveitar o período, as marisqueiras saem de casa por volta das 8 e retornam às 13 horas. O cultivo é feito por meio de “travesseiros”, técnica de cultivo utilizadas por maricultores que atuam em regiões de mangue com variações de marés e em áreas que ficam rasas, em virtude da maré, como o local do cultivo. Eles ficam fixos horizontalmente em estruturas que se assemelham a mesas de madeira.

Para Dejair Lima, gerente da Usina Hidrelétrica de Pedra do Cavalo, a iniciativa contribui fortemente com a vocação da região, além de estimular, de forma positiva, o empoderamento e o empreendedorismo feminino. “Buscamos continuamente oportunidades para promover a aliança entre o sucesso nos negócios e o desenvolvimento das comunidades locais por meio de iniciativas que valorizem a abundância de saberes, talentos e recursos de cada localidade. O projeto Cultivando Ostras visa gerar emprego e renda, mas também potencializa a habilidade das marisqueiras por meio de capacitações técnicas, atualizações sobre manejo e comercialização. Neste ano, iremos começar a comercialização das ostras e estamos bem animados para concluir o ciclo sustentável desse projeto”, diz o gerente.

Banner do JGB: Campanha ‘Siga a página do Jornal Grande Bahia no Google Notícias’.
Sobre Redação do Jornal Grande Bahia 121616 Artigos
O Jornal Grande Bahia (JGB) é um portal de notícias com sede em Feira de Santana e abrange as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador. Para enviar informações, fazer denúncias ou comunicar erros do jornal mantenha contato através do e-mail: editor@jornalgrandebahia.com.br.