Presidente Volodymyr Zelensky reconhece abandono da OTAN, EUA e aliados à própria sorte e pede diálogo com Governo Putin; Rússia pretende levar líder da Ucrânia a julgamento por assassinato e perseguição política

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Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky e Jens Stoltenberg, secretário-geral da OTAN.
Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky e Jens Stoltenberg, secretário-geral da OTAN.

O presidente ucraniano, Vladimir Zelensky, afirmou nesta sexta-feira (25/02/2022) em rede nacional que não se pode ver o que a Europa está fazendo, com uma atitude lenta ao prestar apoio ao país.

Logo após, Zelensky ofereceu abrir negociações ao presidente russo, Vladimir Putin.

“Gostaria mais uma vez de me dirigir ao presidente da Federação da Rússia […]. Vamos nos sentar à mesa de negociações a fim de dar um basta na morte das pessoas”, declarou Zelensky em discurso, cujo vídeo foi publicado em sua conta no Telegram.

Enquanto isso, a Televisão Central da China informou que o mandatário russo anunciou em conversa com o presidente chinês, Xi Jinping, que a Rússia está disposta a negociar com o lado ucraniano em alto nível.

A Rússia começou a operação militar de desmilitarização da Ucrânia na madrugada desta quinta-feira, 24 de fevereiro. Em discurso televisivo, o presidente Vladimir Putin disse que as circunstâncias exigem ações decisivas, já que as repúblicas de Donbass solicitaram ajuda.

Conforme as palavras do líder russo, toda a responsabilidade pelo derramamento de sangue cabe ao regime ucraniano. Ele exortou ainda os militares da Ucrânia a não cumprirem as ordens “criminosas” das autoridades de Kiev, a deporem as armas e a irem para casa.

O Ministério da Defesa russa ressaltou que as Forças Armadas da Rússia não alvejam as cidades ucranianas, mas com ataques de alta precisão visam desativar a infraestrutura militar, defesa antiaérea, aeródromos militares e aviação. O ministério assegurou que nada ameaça a população civil.

Logo depois, a Defesa russa acrescentou que os guardas de fronteira da Ucrânia “não demonstram nenhuma resistência”, e em alguns casos os militares ucranianos se rendem, o que dá a chance de voltar para as suas famílias.

*Com informações da Sputink Brasil.

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