Não aprovação do Orçamento Municipal de Feira de Santana ameaça ano letivo 2022; Iniciativa de usar o Poder Legislativo contra o Executivo foi do vereador Fernando Torres

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Impacto da situação gerada pela CMFS poderá repercutir em todos os âmbitos da Educação, impossibilitando o funcionamento adequado das 207 escolas municipais.
Impacto da situação gerada pela CMFS poderá repercutir em todos os âmbitos da Educação, impossibilitando o funcionamento adequado das 207 escolas municipais.

Obras paralisadas, prejuízo nos diversos investimentos na Educação e falta de material didático. As consequências da não aprovação do orçamento municipal afetam o ambiente pedagógico, transporte, merenda escolar e estrutura física das escolas de Feira de Santana.

Neste caso, o início do ano letivo de 2022 também será prejudicado. O início das aulas está previsto para 21 de março, de acordo com o calendário da Secretaria Municipal de Educação.

O impacto da situação gerada pela Câmara de Vereadores de Feira de Santana poderá repercutir em todos os âmbitos da Educação, impossibilitando o funcionamento adequado das 207 escolas municipais. São mais de 51 mil estudantes matriculados, com previsão de aumento da matrícula para 55 mil estudantes em 2022.

O ano letivo de 2021, ainda em andamento, será encerrado no próximo dia 31 de janeiro, mas o planejamento para o próximo período segue em ritmo acelerado. As obras que garantiriam a ampliação da rede e a manutenção das unidades escolares estão sendo paralisadas pela falta de recursos.

Além disso, 105 escolas que estão em processo de manutenção não poderão receber os ajustes necessários para que ofereçam uma estrutura adequada para os estudantes.

“Investimentos que seriam feitos entre janeiro e fevereiro para garantir uma melhor condição pedagógica e estrutural para o funcionamento da Educação municipal não serão possíveis. Iremos cumprir apenas o que está previsto para o custeio básico da rede”, lamenta a secretária de Educação, professora Anaci Paim.

A secretária enfatiza que não tem como dar prosseguimento aos projetos de 2022. Segundo a professora, não há como manter as escolas, com qualidade do projeto pedagógico, nestas condições.

“É um prejuízo inestimável para milhares de pessoas, famílias, estudantes e toda comunidade escolar”, destaca a secretária.

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