Com 16.285 novos postos de trabalho em novembro de 2021, a Bahia segue com o maior saldo do Nordeste no acumulado de 2021

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Setor da mineração foi um dos destaques de 2021 no desempenho econômico da Bahia.
Setor da mineração foi um dos destaques de 2021 no desempenho econômico da Bahia.

Em novembro de 2021, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a Bahia gerou 16.285 postos com carteira assinada, decorrente da diferença entre 65.904 admissões e 49.619 desligamentos. Com este saldo, o estado passou a contar com 1.812.400 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,91% sobre o quantitativo do mês anterior. De responsabilidade do Ministério do Trabalho e Previdência, os dados do emprego formal foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia (Seplan).

Mesmo diante de um contexto sanitário mundial atípico, todas as unidades federativas do país criaram vagas no mês de novembro. O país computou um saldo de 324.112 vagas, enquanto o Nordeste criou 58.181 postos – indicando variações relativas de 0,79% e 0,87% comparativamente ao estoque do mês anterior, respectivamente.

Em termos absolutos, a Bahia (+16.285 postos) ocupou a primeira posição na geração de postos celetistas entre os estados nordestinos. Dentre os entes federativos, ficou na sétima colocação. Em termos relativos à variação do estoque, localizou-se mais abaixo no ranking, em quarto lugar no Nordeste e na décima colocação no país.

Na região Nordeste, a Bahia (+16.285 postos) foi seguida pelo estado do Ceará (+12.653 postos), Pernambuco (+11.414 postos), Paraíba (+4.368 postos), Alagoas (+3.714 postos), Rio Grande do Norte (+3.235 postos), Maranhão (+2.848 postos), Sergipe (+1.880 postos) e Piauí (+1.784 postos).

Do ponto de vista da variação relativa mensal do estoque, o destaque da região foi Ceará (+1,04%). Os estados da Paraíba (+1,00) e Alagoas (+1,00) ocuparam a segunda posição e foram seguidos pela Bahia (+0,91%), Pernambuco (+0,88%), Rio Grande do Norte (+0,71%), Sergipe (+0,67%), Piauí (+0,58%) e Maranhão (+0,54%), completando o ordenamento.

No agregado dos onze primeiros meses de 2021, levando em conta a série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, a Bahia preencheu 137.702 novas vagas – aumento de 8,22% em relação ao total de vínculos celetistas do início do ano. O crescimento do emprego celetista também foi observado no Brasil e no Nordeste no acumulado de janeiro a novembro, com 2.992.898 e 489.219 novas vagas, respectivamente.

Em termos de saldo acumulado no ano, a unidade federativa baiana continuou à frente das demais do Nordeste, com Pernambuco (+94.125 postos) e Ceará (+84.119 postos) na segunda e terceira posições, respectivamente. Entre as unidades da Federação, situou-se na sétima colocação. Em termos proporcionais, a Bahia, com alta de 8,22% no ano, ficou na segunda posição dentro da região nordestina. No país como um todo, o desempenho relativo baiano posicionou o estado na 11ª colocação.

 

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