Quem são os integralistas, o fascismo brasileiro que mantém seguidores até os dias atuais

Plínio Salgado fundou o integralismo em 7 de outubro de 1932, dois anos depois de visitar a Itália e conhecer o então primeiro-ministro Benito Mussolini. Os integralistas tinham seus próprios rituais de batizado, casamento e funeral, celebrados por simpatizantes do clero conhecidos como "batinas-verdes".
Plínio Salgado fundou o integralismo em 7 de outubro de 1932, dois anos depois de visitar a Itália e conhecer o então primeiro-ministro Benito Mussolini. Os integralistas tinham seus próprios rituais de batizado, casamento e funeral, celebrados por simpatizantes do clero conhecidos como "batinas-verdes".

“Deus dirige o destino dos povos”. A expressão, criada por Plínio Salgado (1895-1975), abriu o Manifesto de Outubro, em 7 de outubro de 1932. O documento, redigido pelo próprio jornalista, definia as diretrizes ideológicas do integralismo, versão brasileira do fascismo italiano e de seus similares europeus, e é considerado a “certidão de nascimento” do movimento.

Quase 90 anos depois, no dia 8 de junho de 2021, a frase foi resgatada por Paulo Fernando para abrir seu discurso de filiação ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Em julho, mais duas importantes lideranças neointegralistas, Moisés José Lima e Lucas Carvalho, se filiaram ao partido presidido pelo ex-deputado federal Roberto Jefferson para disputar as próximas eleições.

Não é a primeira vez que neointegralistas tentam aproximação com partidos políticos de direita, como o Partido de Reedificação da Ordem Nacional (PRONA), de Enéas Carneiro (1938-2007), e o Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), de Levy Fidelix (1951-2021).

Quem explica é Odilon Caldeira Neto, doutor em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professor do Departamento de História da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

“Os neointegralistas buscam construir alianças para articulações mais amplas. O discurso contrário à democracia liberal é, muitas vezes, um grande obstáculo para as pautas integralistas. Mas essa relação existe. E, ultimamente, tem crescido”, afirma Odilon, autor de Sob o Signo do Sigma: Integralismo, Neointegralismo e o Antissemitismo (2014) e coautor de O Fascismo em Camisas Verdes – Do Integralismo ao Neointegralismo (2020), em parceria com Leandro Pereira Gonçalves.

Os ‘herdeiros’ de Plínio Salgado

Os mais novos filiados do PTB são integrantes da Frente Integralista Brasileira (FIB), o maior, mais ativo e organizado dos três grupos neointegralistas surgidos na década de 2000.

Os outros dois são a Ação Integralista Revolucionária (AIR), de intensa atuação virtual, e o Movimento Integralista e Linearista Brasileiro (MIL-B), de forte conotação antissemita. Segundo estimativas, o número de militantes da FIB gira em torno de 200, em sua maioria homens.

“É natural que exista, entre os neointegralistas, um movimento de disputa em torno de uma certa legitimidade para suas atividades. Eles se apresentam como herdeiros legítimos de um movimento que, no século 20, agitou parcelas significativas da sociedade”, observa Odilon.

“Eu não diria que eles são herdeiros de Plínio Salgado. Mas, herdeiros de toda a complexidade que permeia o integralismo, inclusive de lideranças como Miguel Reale (1910-2006) e Gustavo Barroso (1888-1959). É um movimento voltado para o futuro, mas com os olhos fixos no passado”.

O insight para criar o integralismo surgiu em 1930 durante uma viagem de Plínio Salgado à Europa. Ele fazia parte da comitiva que, no dia 14 de junho, conheceu Benito Mussolini (1883-1945), o então primeiro-ministro italiano, em visita ao Palácio Venezia, em Roma. .

O encontro não durou mais do que 15 minutos, mas foi tempo suficiente para inspirar Plínio Salgado a adaptar o fascismo italiano à realidade brasileira e criar o maior movimento de extrema direita da história do país.

“Contando eu a Mussolini o que tenho feito, ele achou admirável o meu processo, dada a situação diferente de nosso país. Também como eu, ele pensa que, antes da organização de um partido, é necessário um movimento de ideias”, relatou Plínio Salgado em carta de 1936.

Suas ideias, nacionalistas e conservadoras, ganharam vida em 6 de maio de 1932, quando sugeriu a criação de um novo grupo, a Ação Integralista Brasileira (AIB). Passados seis meses, a AIB foi oficialmente lançada no dia 7 de outubro de 1932.

“Uma organização pautada no cristianismo e com forte discurso anticomunista, antiliberal e, em alguns casos, antissemita”, resume Leandro Pereira Gonçalves, doutor em História pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo e professor do Departamento de História da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

Na fase áurea do integralismo, Plínio Salgado gostava de repetir, cheio de si, que a AIB tinha “um milhão de integrantes”. Entre eles, alguns adeptos famosos, como o militar João Cândido (1880-1969), o historiador Câmara Cascudo (1898-1986), o poeta Vinícius de Moraes (1913-1980), o lutador Hélio Gracie (1913-2009) e o ativista Abdias do Nascimento (1914-2011).

Em 1946, Plínio Salgado confidenciou ao genro, Loureiro Júnior, que o total de filiados era, para ser sincero, bem mais modesto.

“Não é vergonha nenhuma sermos 200 mil e, sabendo que não passamos disso, não incorreremos em erros perniciosos”, admitiu em carta.

‘O soldado de Deus e da pátria’

Independentemente do número de integrantes, todo e qualquer filiado era obrigado a obedecer às regras e a seguir rituais.

“Juro por Deus e pela minha honra trabalhar pela Ação Integralista Brasileira, executando, sem discutir, as ordens do Chefe Nacional e dos meus superiores” era o juramento que o militante tinha que prestar – com o braço direito levantado e na frente de um retrato de Plínio Salgado e de, pelo menos, dez integralistas – no momento da filiação ao partido.

Uma das normas a serem seguidas dizia respeito ao uniforme, composto por camisas verdes de mangas compridas e colarinhos e punhos abotoados.

Todo filiado – apelidado de “camisa-verde” em alusão aos “camisas-negras” italianos – deveria usar matéria-prima nacional, ou seja, brim ou algodão. Calças brancas ou pretas, gravatas pretas e lisas, um gorro verde de duas pontas e uma fivela dourada completavam a indumentária. As mulheres, chamadas de blusas-verdes, usavam camisas verdes e saias pretas ou brancas.

Se algum integralista fosse flagrado consumindo álcool, dançando ou jogando, seria punido com uma falta disciplinar grave. Se fosse preso, deveria pedir licença à polícia para, no ato da prisão, retirar a camisa – a não ser que a prisão tivesse caráter político; neste caso, o integralista poderia exibir o figurino com orgulho patriótico.

Em hipótese alguma o uniforme deveria ser usado como fantasia de Carnaval. “Era proibição máxima”, explicam os autores de O fascismo em camisas verdes.

E, por falar em blusas-verdes, sim, as mulheres eram aceitas na organização. Como a família era a “celula mater” da sociedade, o papel delas era estratégico: gerar futuros adeptos e educá-los na filosofia integralista. Enquanto os maridos participavam de reuniões, desfiles e marchas, suas esposas cuidavam dos afazeres de casa e zelavam pela formação dos “plinianos”.

Nas horas de lazer, os homens eram estimulados a praticar esportes, escalar times de futebol e participar de torneios esportivos. Alguns núcleos, como o de Porto Alegre, chegaram a ter suas próprias equipes, o Bolão Futurista.

Já as mulheres eram orientadas a fazer cursos, como datilografia, puericultura – área da pediatria que cuida do desenvolvimento infantil – e boas maneiras.

Inspirados nas cerimônias católicas, os “camisas-verdes” criaram seus próprios rituais de batismo, casamento e funeral. Os membros do clero, o principal braço religioso do movimento, ganharam o apelido de “batinas-verdes”.

O mais famoso foi o então sacerdote e futuro arcebispo emérito de Olinda e Recife Dom Hélder Câmara (1909-1999). No batizado integralista, a criança, depois de receber o sacramento, era envolta na bandeira da AIB. Em seguida, pais e padrinhos, todos uniformizados, gritavam: “Ao futuro pliniano, o seu primeiro Anauê!”.

Toda sede do movimento era decorada com uma foto do fundador Plínio Salgado, um relógio de parede com a frase “Nossa hora chegará!” e um cartaz com os dizeres: “O integralista é o soldado de Deus e da pátria, homem novo do Brasil que vai construir uma grande nação”.

Ao longo dos anos, os camisas-verdes, com o objetivo de alfabetizar futuros eleitores, fundaram escolas integralistas. Para doutrinar corações e mentes, criaram bens de consumo, como balas, cigarro e creme dental, e lançaram jornais, como A Ofensiva, e revistas, como Anauê, Panorama e Brasil Feminino.

Para comemorar o Natal, a maior festa cristã, uma versão 100% brasileira do “Bom Velhinho”: o Vovô Índio, “um senhorzinho amigo das árvores” e “vestido com penas de passarinhos”. “O Papai Noel era negado pelos integralistas porque simbolizava o capitalismo”, explica Leandro, autor de Plínio Salgado: Um Católico Integralista Entre Portugal e o Brasil (2018) e coautor de O Fascismo em Camisas Verdes – Do Integralismo ao Neointegralismo (2020), em parceria com Odilon Caldeira Neto.

‘Nosso Brasil vai despertar!’

Muito além do uniforme, Plínio Salgado, o chefe supremo do movimento, pensou em tudo: de lema a símbolo, de saudação a hino. O lema “Deus, pátria e família”, por exemplo, fazia alusão, respectivamente, a “quem dirige o destino dos povos”, “nosso lar” e “o início e o fim de tudo”.

Já a saudação “Anauê!” – pronunciada com o braço direito levantado, num gesto que remete ao cumprimento nazista – pode ser traduzida, em tupi, como “Você é meu parente!”. Para os indígenas, era um grito de guerra. Para os integralistas, uma manifestação de alegria. “Era pronunciada com voz natural, quando individual, e com voz clara e decidida, quando coletiva”, explica Leandro.

Uma curiosidade: os integralistas, quando se cumprimentavam, tinham direito a um Anauê; os dirigentes, a dois; Plínio Salgado, a três e Deus, a quatro. Em público, só o dirigente supremo, ou seja, o próprio Plínio Salgado, tinha autorização para saudar Deus.

O símbolo do partido era a letra grega Sigma: Σ. Na matemática, ela usada como notação para o somatório. No integralismo, representa o projeto de um Estado único e integral. Onipresente, o símbolo era usado para decorar tudo: da braçadeira do uniforme integralista até utensílios de cozinha, como pratos, xícaras e talheres.

O refrão do hino, composto pelo próprio Plínio Salgado, anunciava: “Avante! Avante! / Pelo Brasil, toca a marchar / Avante! Avante! / Nosso Brasil vai despertar”. Os integralistas não cantavam a segunda parte do Hino Nacional Brasileiro por discordarem do trecho da letra de Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927) que diz: “Deitado eternamente em berço esplêndido!”.

Crédito, Arquivo Público Histórico de Rio Claro

Legenda da foto,Os ‘camisas-verdes’ fundaram escolas, criaram produtos (como cigarro e creme dental) e lançaram jornais e revistas. No ‘lar, doce lar’ de uma família integralista, até os pratos, louças e talheres levavam o símbolo do Sigma.

Último lugar nas urnas

A Ação Integralista Brasileira (AIB) teve vida curta: fundada em 1932, foi extinta apenas cinco anos depois pelo Estado Novo. O nome de Plínio Salgado chegou a ser indicado pela maioria dos filiados como candidato à Presidência da República, em 1938. Mas, em troca da promessa de ocupar o Ministério da Educação, ele desistiu de disputar a eleição para apoiar a candidatura de Getúlio Vargas (1882-1954).

Não deu certo. Quando assumiu, em 1937, Vargas extinguiu todos os partidos políticos. A AIB, inclusive.

Indignados, os integralistas organizaram dois levantes: o primeiro em 11 de março e o segundo em 11 de maio de 1938. Ambos fracassaram. Alguns revoltosos foram sumariamente fuzilados.

Acusado de conspiração, Plínio Salgado foi preso – ele e outros 1,5 mil membros do partido – e, em 22 de junho de 1939, exilado em Portugal, onde permaneceu até 1946.

“O integralismo não chegou ao fim com a extinção da AIB”, pondera Leandro. “Suas ações políticas continuaram no período da ilegalidade”.

Durante seu autoexílio, Plínio Salgado procurou se “reinventar”. Aboliu o discurso autoritário e adotou um tom religioso. Na volta ao Brasil, fundou uma nova sigla, o Partido da Representação Popular (PRP).

“Um fascismo democrático”, define Leandro.

Em 1955, disputou a Presidência do Brasil, mas só obteve 714,3 mil votos. Com 8% do total, terminou em último lugar, atrás de Juscelino Kubitschek (35%), Juarez Távora (30%) e Adhemar de Barros (25%).

Com o fim do PRP, Plínio Salgado migrou para a Aliança Renovadora Nacional (Arena), onde exerceu seus dois últimos mandados como deputado federal.

Durante a ditadura, criou a disciplina escolar conhecida como Educação Moral e Cívica. O fundador e dirigente supremo do integralismo morreu em 8 de dezembro de 1975, aos 80 anos, vítima de infarto. Segundo a doutrina que ele próprio ajudou a criar, não morreu. Foi transferido para a milícia do além, onde passou a receber ordens diretamente de Deus.

A face radical do integralismo

O integralismo não terminou com a extinção da AIB. Muito menos com a morte de seu fundador, Plínio Salgado.

“O universo da extrema direita brasileira foi objeto de nossas monografias, dissertações, teses e artigos. Mas, nos últimos anos, nossos objetos de pesquisa se tornaram mais ativos, visíveis e radicalizados”, alerta Leandro.

Um dos exemplos recentes da face radical do neointegralismo é a invasão, no dia 30 de novembro de 2018, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) por militantes do grupo Comando de Insurgência Popular Nacionalista (CIPN).

Dias depois, em um vídeo postado no YouTube, onze homens encapuzados e vestidos de preto, com uma bandeira do Brasil no lado esquerdo do peito, chamaram o ato de “ação revolucionária” e queimaram os cartazes e as bandeiras antifascistas roubados na instituição. Não foi um ato isolado.

Na noite de 24 de dezembro de 2019, véspera de Natal, outro grupo arremessou coquetéis molotov na fachada da sede da produtora Porta dos Fundos em Botafogo, Zona Sul do Rio.

Algumas horas depois, outro vídeo – com três homens encapuzados e vestindo camisas verdes com o Sigma – foi divulgado nas redes sociais. Nele, o grupo assumia a autoria do ataque, que teria sido motivado pelo especial natalino A Primeira Tentação de Cristo, lançado na Netflix, que retratava Jesus como homossexual.

“Para nós, esse ataque parecia ser algo de fácil entendimento. Mas, percebemos que existia uma demanda de conhecimento crítico e aprofundado sobre o tema na sociedade, que desejava conhecer a história do fascismo na História do Brasil”, explica Odilon.

Membro da Frente Integralista Brasileira (FIB) e filiado ao Partido Social Liberal (PSL), Eduardo Fauzi foi apontado como um dos responsáveis pelo ataque à sede da produtora Porta dos Fundos.

Flagrado por câmeras de segurança, fugiu para a Rússia no dia 29 de dezembro de 2019, mas foi capturado por agentes da Interpol no dia 4 de setembro de 2020.

Em um dos endereços de Fauzi, a polícia apreendeu, entre outros livros, um exemplar de O pensamento revolucionário de Plínio Salgado (1988), de Augusta Garcia Rocha Dorea, e outro de O imbecil coletivo (1996), de Olavo de Carvalho.

Sobre o integralismo, o ideólogo do governo Bolsonaro já declarou: “uma dessas esquisitices ideológicas que reaparecem em tempos de crise e desorientação moral como uma espécie de sarampo”, postou em seu perfil no Facebook, em 20 de novembro de 2017.

Dez dias depois, foi mais sucinto: “Pela milésima vez: integralismo é babaquice”, tuitou.

O mais longe que um integralista assumido chegou no atual governo foi em 30 de dezembro de 2019 quando Paulo Fernando Melo da Costa, integrante da Frente Integralista Brasileira (FIB), foi nomeado assessor especial do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, de Damares Alves.

Conhecido por defender a abstinência sexual e desencorajar mulheres a praticar aborto, entre outras propostas conservadoras, foi exonerado do cargo um ano de cinco meses depois de nomeado.

Em 21 de novembro de 2019, o partido Aliança pelo Brasil, criado para abrigar o presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores, pegou o lema integralista emprestado. “Nossa força é o Brasil! Aliança pelo Brasil. Deus, pátria, família”, postou Bolsonaro nas redes sociais. A estratégia não surtiu o efeito desejado. Até o momento, a legenda só conseguiu coletar 119,3 mil (24%) das 491,9 mil assinaturas necessárias para a criação de um partido. Os números são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“O lema ‘Deus, pátria e família’ é mais um esforço bolsonarista na leitura sobre valores, inspirações e imaginários do nacionalismo de direita brasileiro. É a tentativa de sintetizar a diversidade da história da extrema direita em torno de um eixo estruturante. Acontece que o bolsonarismo, seja pelo uso de estratégias diversificadas, seja por causa de objetivos distintos, não pode ser considerado um bloco monolítico”, afirma Odilon.

Em O fascismo em Camisas Verdes, seus autores admitem que há alguns traços em comum entre o governo Bolsonaro e o fascismo histórico: “o conservadorismo”, “o anticomunismo”, “o uso das teorias de conspirações” e “a visão de mundo baseada na diferenciação entre amigos e inimigos”.

“Jair Bolsonaro tem várias características partilhadas com o caldo cultural e político da extrema direita brasileira, cujo integralismo é uma das principais caracterizações, sobretudo na matriz fascista”, observa Leandro.

“Não diríamos que é um integralista ou neointegralista, mas que partilha de diversos componentes desse caldo e dessas experiências, que transcendem ao campo institucional das organizações integralistas, gerando um diálogo aberto e mútuo”.

*Com informações da André Bernardo, da BBC News Brasil.

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