Ana Marcela festeja oitava conquista das mulheres nos Jogos Olímpicos de Tóquio

Publicidade

Banner da Gujão: Campanha com o tema ‘Tudo fresquinho é melhor’, veiculada em 3 de junho de 2022.
Nadadora Ana Marcela diz que fez prova perfeita na baía de Tóquio e que percalços nos três últimos Jogos Olímpicos geram ensinamentos.
Nadadora Ana Marcela diz que fez prova perfeita na baía de Tóquio e que percalços nos três últimos Jogos Olímpicos geram ensinamentos.

Ana Marcela Cunha visitou a base do Time Brasil em Chuo na noite desta quarta-feira (04/08/2021, manhã no Brasil), foi recebida com festa e pendurou seu quadro no Museu dos Medalhistas. Ainda cansada depois de ter cumprido os 10km das maratonas aquáticas e conquistado o primeiro ouro da modalidade em Jogos Olímpicos, a atleta disse que a ficha ainda não havia caído e que estava feliz com o significado de sua medalha.

Com o ouro de Ana Marcela, o Brasil já tem oito pódios assegurados para as mulheres, um recorde.  “Nem nos meus melhores sonhos imaginei que a minha medalha iria ser a do recorde das mulheres”, afirmou a nadadora.

Antes de ela cruzar a linha de chegada em primeiro lugar, o Brasil já havia conquistado dois ouros, duas pratas e dois bronzes, além de ter uma medalha assegurada por Beatriz Ferreira, finalista do boxe, que agora irá lutar para definir a cor de seu prêmio. Em Pequim 2008, foram sete medalhas.

Inundada de mensagens de felicitações, Ana Marcela disse que ainda não conseguiu voltar às redes sociais, que adora. Só falou com a família, com a namorada e com amigos  próximos. “A ficha está caindo aos poucos”, afirmou.

Ana disse que caiu no mar em Tóquio muito focada para buscar a medalha e que considera ter feito uma prova perfeita, respeitando a estratégia traçada e atacando no momento certo. “Eu estava focada, obstinada, queria muito ser campeã olímpica. É um passo importante na minha carreira, por tudo que vivi e passei, fiz a prova da minha vida”, disse.

A campeã olímpica também acredita que o que passou nas duas últimas edições dos Jogos e a forma como lidou com os momentos de baixa a ajudaram a ficar mais forte para buscar o ouro.

“Em 2008, primeira Olimpíada, foi um aprendizado. Em Londres, ficar fora também foi. No Rio, ser cotada como uma das favoritas à medalha e não conseguir, eu soube lidar com isso e tudo que passei me deu mais motivos e gana para ganhar”, disse.

Banner do JGB: Campanha ‘Siga a página do Jornal Grande Bahia no Google Notícias’.
Sobre Carlos Augusto 10108 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).