Representantes da Câmara Municipal de Feira de Santana e Ministério Público devem integrar Associação de Condomínio do Shopping Popular

Elias Tergilene alertou que nenhuma associação é autorizada a fazer a cobrança, visto que, o registro já é feito pelo advogado do Shopping Popular.
Elias Tergilene alertou que nenhuma associação é autorizada a fazer a cobrança, visto que, o registro já é feito pelo advogado do Shopping Popular.

Prevista no contrato do Centro Comercial Popular, a associação de condomínio do entreposto deve conter membros do Ministério Público e da Câmara Municipal de Feira de Santana, defende Elias Tergilene. O presidente do consórcio que administra o empreendimento utilizou a tribuna livre da Casa da Cidadania na quinta-feira (06/05/2021). Na oportunidade, ele informou que ainda não há registro oficial de associação de condomínio. Ele acredita que as principais razões para o atraso no processo são as “disputas por poder, status e dinheiro” e a “completa desorganização de lideranças” entre os comerciantes ali instalados.

Em reunião com lojistas, o empresário diz ter sido informado sobre a existência de associações não oficiais que “pedem dinheiro ao camelô para registrar ata de condomínio”. Ele alerta que nenhuma associação é autorizada a fazer a cobrança, visto que, o registro já é feito pelo advogado do Shopping Popular. Para “tirar a limpo o que está acontecendo” e evitar a ocorrência de irregularidades, ele defende a presença de membros da Casa da Cidadania e do Ministério Público na associação prevista em contrato.

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