Mandato coletivo ‘Pretas Por Salvador’ critica volta às aulas presenciais e questiona aumento das passagens de ônibus durante sessão na Câmara Municipal

Representada pela co-vereadora Laina Crisóstomo, o mandato coletivo evidenciou o seu posicionamento sendo contra à decisão da prefeitura, que anunciou o retorno das aulas presenciais a partir do próximo dia 3 de maio.
Representada pela co-vereadora Laina Crisóstomo, o mandato coletivo evidenciou o seu posicionamento sendo contra à decisão da prefeitura, que anunciou o retorno das aulas presenciais a partir do próximo dia 3 de maio.

Durante a sessão da Câmara Municipal de Salvador, realizada na tarde dessa terça-feira (27/04/2021), as Pretas Por Salvador abordaram sobre a volta às aulas presenciais. Representada pela co-vereadora Laina Crisóstomo, o mandato coletivo evidenciou o seu posicionamento sendo contra à decisão da prefeitura, que anunciou o retorno das aulas presenciais a partir do próximo dia 3 de maio. “Educação não pode ser mercadoria, não pode estar baseada no lucro, nem na produtividade e nem na produção. É preciso garantir a vida das crianças e adolescentes, mas é preciso lembrar também dos profissionais da educação que começaram grupo prioritário para receber a vacina recentemente, mas que agora, inclusive, as vacinas já estão finalizando e a gente ainda não tem novas doses em previsão. Não é só sobre vacina, é sobre a garantia da imunização plena. Não podemos colocar em risco a vida de toda a sociedade, nesse caminho de ir e vim. Que a gente siga fazendo a luta pela vida de todas as pessoas”, disse Laina.

Outro assunto que fez parte da fala da Pretas Por Salvador foi o aumento da tarifa dos ônibus.  “Não acreditamos que o aumento dessa tarifa seja o melhor para essa cidade. A gente vive um momento de pandemia e quase batemos a marca de quase 400 mil mortes no Brasil, e isso é muito grave, é muito sério. As pessoas estão com fome, e morrendo de Covid-19 pela arma do estado e também de fome, vivemos em um cenário de miséria, sem renda básica garantida e o auxílio emergencial que foi aprovado pelo Governo Federal foi ínfimo, que não garante a sobrevivência da pessoa nem uma semana”, incrementou ela.

Encerrando a sua fala da primeira rodada do dia, a co-vereadora falou ainda sobre a fala do presidente Jair Bolsonaro, que desrespeitou uma jornalista, mostrando falta de respeito e consideração com a imprensa. “O que ele fez foi perverso, foi violento e foi mais um boicote à imprensa livre. A gente defende todos os dias e seguiremos, até os nossos últimos dias, gritando: ‘fora, Bolsonaro! ’ e ‘impeachment já!’”, concluiu.

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