Financiamento imobiliário deve bater novo recorde em 2021

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A previsão de crescimento é de 27% em relação ao ano de 2020, que teve recorde histórico comparado a 2019.
A previsão de crescimento é de 27% em relação ao ano de 2020, que teve recorde histórico comparado a 2019.

A redução da taxa de juros e a adesão a modalidades como consórcio de imóveis e home equity vão aumentar a performance do setor imobiliário no que diz respeito a financiamento. A previsão de crescimento é de 27% em relação ao ano de 2020, que teve recorde histórico comparado a 2019.

Segundo dados da Associação Brasileira de Entidades de Créditos Imobiliário e Poupança (Abecip), em 2020, o financiamento imobiliário movimentou R$ 123,97 bilhões em todo o país, 57,5% a mais que em 2019. A grande redução das taxas de juros – o menor patamar já atingido na história do crédito imobiliário – e a chegada da pandemia foram catalisadores desse crescimento.

A previsão da Abecip para este ano de 2021 é que cerca de R$ 157 bilhões sejam movimentados em transações imobiliárias. O crescimento de 27% em relação a 2020 é esperado pela associação, apesar do cenário de incerteza, por conta da pandemia, e do temor do mercado de uma possível alta da taxa Selic.

A ACT

Assessoria para Crédito Imobiliário, empresa de Salvador que atua em todo o País, que tem entre seus ramos de atuação facilitar o acesso ao crédito para compra de imóveis, registrou crescimento de 70% em financiamento imobiliário, comparado a 2019. A estimativa da ACT para este ano de 2021 também é bem positiva: geração de 50% de financiamentos imobiliários a mais em relação ao ano passado.

“As pessoas sabem que comprar um imóvel é um dos melhores tipos de investimento. Entretanto, por conta dos juros altos, muitos deixaram o dinheiro ‘dormir’ em aplicações financeiras, enquanto estavam à espera de oportunidades. Com a queda das taxas e o cenário de pandemia, a ideia de adquirir um imóvel voltou com força”, explica o diretor operacional da ACT Assessoria, Tom Oliveira.

Por conta da pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas tiveram que passar mais tempo dentro de suas residências, inclusive, tendo que trabalhar em casa. Com isso, houve aumento na procura por casas ou apartamentos mais espaçosos ou com mais cômodos, aquecendo o mercado de primeira residência e também o de segunda residência.

Para quem está aguardando a melhor oportunidade

Antes de finalizar uma compra por meio do uso de crédito imobiliário, é fundamental o cliente fazer uma avaliação técnica das opções disponíveis no mercado, tanto no comparativo aos bancos, quanto em relação às opções de um mesmo banco. “Não se trata apenas de comparar a taxa efetiva de juros. Nesse processo, é preciso verificar aspectos como linhas com indexador TR, IPCA ou poupança, até o sistema de amortização”, explica Tom Oliveira, diretor operacional da ACT Assessoria.

Para essa avaliação técnica de qual é o melhor negócio, a consulta a um especialista é uma importante ajuda. “A assessoria pode buscar alternativas como o consórcio de imóveis, caso haja a possibilidade de compra planejada, ressalta Hélio Oliveira, diretor comercial da ACT Assessoria.  Existem soluções menos conhecidas do grande público, como o home equity que podem ser usadas em determinadas situações para viabilizar compras agressivas não passíveis de financiamento direto naquele momento. O home equity tem destinação livre e serve também para investimentos e equalização de dívidas, afirma Hélio Oliveira diretor comercial da ACT Assessoria.

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