Brasil registra 3.808 mortes por covid-19 em 24 horas

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Brasil supera 358 mil mortes em razão da doença. Com mais de 82 mil novos casos, total de pessoas infectadas desde o início da epidemia é de 13,5 milhões. Taxa de mortalidade por 100 mil habitantes passa de 170.
Brasil supera 358 mil mortes em razão da doença. Com mais de 82 mil novos casos, total de pessoas infectadas desde o início da epidemia é de 13,5 milhões. Taxa de mortalidade por 100 mil habitantes passa de 170.

O Brasil registrou 3.808 mortes associadas à covid-19 nesta terça-feira (13/04/2021), além de 82.186 novos casos da doença em 24 horas, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Com isso, o total de casos identificados no país aumentou para 13.599.994, enquanto os óbitos chegaram a 358.425 desde o início da epidemia.

Diversas autoridades e instituições de saúde alertam, contudo, que os números reais devem ser ainda maiores, em razão da falta de testagem em larga escala e da subnotificação.

O Conass não divulga número de recuperados. Segundo o Ministério da Saúde, 11.957.068 pacientes se recuperaram da doença até esta segunda-feira.
A taxa de mortalidade por grupo de 100 mil habitantes subiu para 170,6 no Brasil, a 14ª mais alta do mundo, quando desconsiderados os países nanicos San Marino, Liechtenstein e Andorra, segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins.

Em números absolutos, o Brasil é o terceiro país do mundo com mais infecções, atrás apenas dos Estados Unidos, que somam mais de 31,3 milhões de casos e da índia, com 13,6 milhões. É também o segundo em número absoluto de mortos, já que mais de 563 mil pessoas morreram nos EUA.

Ao todo, mais de 137 milhões de pessoas já contraíram oficialmente o coronavírus no mundo, e 2,95 milhões de pacientes morreram em decorrência da doença.

Sobre Carlos Augusto 9650 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).