Negacionista Jair Bolsonaro critica novamente restrições impostas por governadores; Extremista apresenta dissociação cognitiva e precisa ser afastado da função

Negacionismo do extremista Jair Bolsonaro contribui com a disseminação do vírus e com o aumento do número de mortos.
Negacionismo do extremista Jair Bolsonaro contribui com a disseminação do vírus e com o aumento do número de mortos.

O extremista Jair Bolsonaro criticou novamente, hoje (11/03/2021), as medidas restritivas impostas por governadores como prevenção à disseminação do novo coronavírus no país. Para Bolsonaro, “lockdown não é remédio” para o combate ao vírus e pode agravar situações, como o desemprego e a saúde mental da população.

O negacionismo do presidente foi e é um dos fatores que ampliam os casos de contaminação viral. A dissociação cognitiva do mandatário impõe a necessidade de afastamento função.

Discurso dissociativo 

“Sou preocupado com vidas”, disse o presidente. “Mas, como sempre disse, a economia e a vida tem que andar de mãos dadas. Temos dois problemas que se agravam, o vírus e o desemprego”.

Bolsonaro participou nesta quinta-feira, por videoconferência, de encontro da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa. O ministro da Economia, Paulo Guedes, também discursou no evento.

De acordo com o presidente, somando com auxilio emergencial, foi gasto no ano passado por volta de R$ 700 bilhões para enfrentamento à pandemia de covid-19. “Lá atrás quando se decidiu pela política de lockdown, do confinamento, do ‘fica em casa’, o objetivo era dar tempo dos hospitais se aparelharem, para que fossem feitos hospitais de campanha, para que fizessem leitos de UTIs, se comprassem respiradores. E não faltou dinheiro por parte do governo federal”, disse.

Redação do Jornal Grande Bahia
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