Dados de 2019 do IBGE sobre mulheres em ocupação de gerência na Bahia

Dados de 2019 do IBGE sobre mulheres em ocupação de gerência na Bahia

A Bahia tinha, em 2019, o maior percentual de mulheres professoras universitárias (51,8%) e 4º maior percentual de mulheres policiais (18,6%) no país. Com apenas 3 mulheres entre os 39 deputados federais, a Bahia tem o 5º menor percentual de parlamentares femininas no país (7,7%).

Inserção feminina em posições de chefia no estado (36,2%) era um pouco menor do que no Brasil como um todo (37,4% dos cargos gerenciais ocupados por mulheres), a 9ª mais baixa entre as 27 unidades da Federação e a menor do Nordeste. Situação, em 2019 na Bahia, estava um pouco melhor do que em 2012 (33,9% dos cargos gerenciais ocupados por mulheres) e 2018 (35,9%). Pico de presença feminina em altos cargos, no estado, ocorreu em 2016 (45,2%). Com apenas 3 mulheres entre os 39 deputados federais, a Bahia tem o 5º menor percentual de parlamentares femininas no país (7,7%). Em 2019, na Bahia, a taxa de desemprego feminina (19,6%) seguiu bem maior que a masculina (13,3%) e atingiu seu pico entre as mulheres pretas ou pardas: 20,4% frente a 15,9% entre as brancas. Presença de crianças pequenas em casa faz proporção de mulheres que trabalham cair a menos da metade nas regiões Norte (48,3%) e Nordeste (44,4%) do país e impacta mais as mulheres pretas ou pardas. A Bahia tinha, em 2019, o maior percentual de mulheres professoras universitárias (51,8%) e 4º maior percentual de mulheres policiais (18,6%) no país. No estado, quase 3 em cada 10 homicídios de mulheres registrados em 2018 ocorreram em casa (28,3%); 84,3% das vítimas eram pretas ou pardas. Dados são resultados da segunda edição das Estatísticas de Gênero: Indicadores Sociais das Mulheres no Brasil, elaboradas pelo IBGE.