Brasil registra 1.086 mortes em 24 horas

Ladeira Porto Geral e Rua 25 de Março no início da Fase Vermelha da Covid-19, em São Paulo. Total de óbitos associados à covid-19 supera 265 mil, segundo números do Conass. São identificados mais de 80 mil novos casos da doença.
Ladeira Porto Geral e Rua 25 de Março no início da Fase Vermelha da Covid-19, em São Paulo. Total de óbitos associados à covid-19 supera 265 mil, segundo números do Conass. São identificados mais de 80 mil novos casos da doença.

O Brasil registrou neste domingo (07/03) 1.086 mortes associadas à covid-19, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass).

Foram identificados 80.508 novos casos da doença. Com isso, o total de infecções contabilizadas no país subiu para 11.019.344, enquanto os óbitos chegam a 265.411.

Diversas autoridades e instituições de saúde alertam, contudo, que os números reais devem ser ainda maiores, em razão da falta de testagem em larga escala e da subnotificação.

O Conass não divulga número de recuperados. Segundo o Ministério da Saúde, 9.704.351 pacientes haviam se recuperado até este sábado.

A taxa de mortalidade por grupo de 100 mil habitantes subiu para 126,3 no Brasil, a 21ª mais alta do mundo, quando desconsiderados os países nanicos San Marino, Liechtenstein e Andorra.

Em números absolutos, o Brasil é o terceiro país do mundo com mais infecções, atrás apenas dos Estados Unidos, que somam mais de 28,9 milhões de casos, e da Índia, com 11,2 milhões. Mas é o segundo em número absoluto de mortos, já que mais de 524 mil pessoas morreram nos EUA.

Ao todo, mais de 116,7 milhões de pessoas já contraíram oficialmente o coronavírus no mundo, e mais de 2,59 milhões de pacientes morreram.

*Com informações do DW.

Sobre Carlos Augusto 9514 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).