Mensagens apreendidas pela PF durante deflagração da Operação Spoofing, ocorrida em 23 de julho de 2019, com o objetivo de investigar as invasões às contas de Telegram de membros da força-tarefa do caso Lava Jato em Curitiba e do, à época da Operação, ministro Sérgio Moro, então juiz federal encarregado do caso, revelaram possível conluio em mensagens de procuradores da República, com uso vulgar da linguagem, cuja tipicidade é de facínoras e se encontra distante do que se espera dos mais bem remunerados servidores da República. O que levanta a hipótese de que uma espécie de ‘Sindicato do Crime’ parece ter operado através da força-tarefa do Caso Lava Jato.
Caso Lava Jato

“OAS tem que mijar sangue”, disse procurador da República sobre delação; Linguagem vulgar é típica de criminosos e MPF parece ter sido dominado por um ‘Sindicato do Crime’

Reportagem do Consultor Jurídico (ConJur), veiculada nesta segunda-feira (01/03/2021), apresenta possíveis diálogos do que se revela como uma espécie de ‘Sindicato do Crime’ que infesta o Ministério Público Federal (MPF). As mensagens foram apreendidas pela