Revendedores de gás de cozinha denunciam preços abusivos praticados pelo Desgoverno Bolsonaro; Extorsão contra economia popular prossegue

Governo Bolsonaro pratica extorsão contra economia popular com aumento abusivo de preço dos combustíveis.
Governo Bolsonaro pratica extorsão contra economia popular com aumento abusivo de preço dos combustíveis.

O preço do botijão de 13 quilos do gás de cozinha está inviável para grande parte da população brasileira, desde que mudou a política de preços da Petrobras em relação aos combustíveis e do GLP, com a chegada de Michel Temer ao poder, após o golpe contra a ex-presidenta Dilma Rousseff, em 2016.

Os preços abusivos praticados pela Petrobras vêm sendo criticados pelos revendedores de gás de cozinha, que não descartam paralisações e manifestações em todo o país. Nessa segunda-feira (101/02/2021) houve manifestação no estado do Pará, em frente às revendedoras, sem prejuízo ao atendimento da população.

Atualmente a média de preço do botijão cobrado no país está em R$ 77,50, variando de estado a estado. Em São Paulo, o preço praticado em janeiro ficou em torno de R$ 95,00. Na Bahia chega a R$ 81,00. A população dos estados de Roraima, Amapá e Acre pagou ainda mais caro, ficando em R$ 105,00, R$ 102,00 e R$ 101,00 respectivamente.  A variação de preços é comum devido ao custo que cada revendedora tem com o pagamento dos impostos cobrados por cada estado, com os combustíveis, o valor dos salários e até do aluguel em que o estabelecimento está instalado.

Segundo Alexandre José Borjalli, presidente da Associação Brasileira de Revendedores de GLP (Asmirg-BR), que representa mais de cinco mil revendedoras, embora a categoria apoie a paralisação dos caminhoneiros , que também vêm sendo afetados com a política de preços da Petrobras, eles entendem que este não é o momento de prejudicar ainda mais a população, por causa da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

“Se pararmos agora, com certeza haverá corridas aos revendedores de gás e pode haver ágio nos preços cobrados. Queremos evitar aglomerações e não será justo com a população que alguns cobrem a mais, justamente num momento de alto desemprego e de pandemia. As pessoas estão sem dinheiro. É um momento delicado, inclusive para nós, que estamos sem capital de giro, podendo fechar as portas. Por isso ainda estamos discutindo quais as formas de protesto e de paralisações que poderemos fazer”, diz Borjalli.

Redação do Jornal Grande Bahia
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