Ex-prefeito ACM Neto trai Rodrigo Maia, rejeita João Doria, assume bolsonarismo e realinha Democratas com o extremismo totalitário; Magalhista retoma 100% da identidade histórica

Reportagens da Revista Veja criticam ACM Neto pelo alinhamento do Democratas com o governo extremista, totalitário, negacionista, excludente, ecocida e genocida de Jair Bolsonaro.
Reportagens da Revista Veja criticam ACM Neto pelo alinhamento do Democratas com o governo extremista, totalitário, negacionista, excludente, ecocida e genocida de Jair Bolsonaro.

Presidente nacional do democratas e ex-prefeito de Salvador, ACM Neto é legítimo legatário do Golpe de Estado Civil-Militar (Ditadura Militar no Brasil de 1964 a 1985), através da herança do avô Antônio Carlos Peixoto de Magalhães (ACM †1927 — ★2007), que foi prodigo membro dos repressores golpistas.

O próprio ACM Neto fez incursões na senda do golpismo ao apoiar o Golpe Jurídico-Parlamentar de 2016 contra o governo democrático de Dilma Rousseff (PT-MG) e indicar nomes para o ministério do sucessor, o corrupto Michel Temer (MDB).

O festival de alinhamento histórico de ACM Neto como o retrocesso não para.

Nas Eleições 2014, ele apresentou aos baianos como candidato à presidente da República Aécio Neves (PSDB-MG), outro indiciado por grave corrupção no Caso Lava Jato, que foi gravado negociando propina.

Nas Eleições 2010, estabeleceu uma aliança estratégica com o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB), criminoso condenado por corrupção do Caso Lava Jato. Neste episódio, impressões digitais de um servidor nomeado por ACM Neto, enquanto prefeito de Salvador, foram encontradas nos R$ 51 milhões apreendidos no transcurso da Operação Tesouro Perdido, deflagrada pela Polícia Federal (PF), em 5 de agosto de 2017.

A ligação de ACM Neto com o tesouro perdido, mesmo que de forma indireta, permanece um mistério, haja visto que os milhões de reais resultado de desvios de corruptos condenados no Caso Lava Jato foram encontrados no prédio que pertence à família do deputado federal Paulo Azi (DEM), outro fiel aliado do ex-prefeito.

Para “coroar” a trajetória do antípoda da democracia e líder nacional do Democratas, ACM Neto rompeu com o correligionário e ex-presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (DEM-RJ), alinhou o partido do Golpe como governo extremista, totalitário, negacionista, excludente, ecocida e genocida de Jair Bolsonaro, rejeitou apoiar outro extremista, João Doria (PSDB), governador de São Paulo, negou direito para que os deputados federais descontentes deixem o Democratas sem a perda dos mandatos e negociou cargos para ele próprio e os aliados ocuparem no primeiro, segundo e terceiro escalão do Desgoverno Bolsonarista.

Nem mesmo uma veículo de comunicação liberal como a Revista Veja o poupou das críticas pelo aprofundamento do alinhamento com o retrocesso, destacando em reportagens: ‘DEM faz discurso incoerente e caminha de vez para o colo de Bolsonaro’, publicada em 5 de fevereiro de 2021, por Matheus Leitão e ‘ACM Neto acerta o tiro que deu no próprio pé’, publicada em 6 de fevereiro de 2021, por Ricardo Noblat.

O alinhamento com o Bolsonarismo projetou o nome do ‘Anão das Planilhas da Odebrecht’ para potencial candidato a vice-presidente em uma chapa presidencial em 2022.

Em síntese, com o total regresso às origens, o Magalhista retoma 100% da identidade histórica com o retrocesso ambiental, social, econômico e democrático do Brasil.

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