ENGIE ultrapassa 1 GW em eólica com início da operação comercial do Conjunto Eólico Campo Largo 2; Investimento de R$ 1,6 bilhão ocorre em Umburanas e Sento Sé

Conjunto Eólico Campo Largo 2 conta investimento de R$ 1,6 bilhão e localizada nos municípios de Umburanas e Sento Sé, na Bahia. Ele é formada por 86 aerogeradores e possui capacidade instalada de 361,2 MW.
Conjunto Eólico Campo Largo 2 conta investimento de R$ 1,6 bilhão e localizada nos municípios de Umburanas e Sento Sé, na Bahia. Ele é formada por 86 aerogeradores e possui capacidade instalada de 361,2 MW.

O Conjunto Eólico Campo Largo 2, construído pela ENGIE nos municípios de Umburanas e Sento Sé, na Bahia, recebeu a autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para início da operação comercial de seu primeiro parque eólico. Os primeiros aerogeradores, após passarem por período de operação em teste, comprovando o bom funcionamento dos equipamentos e a segurança da operação, passaram a alimentar o Sistema Interligado Nacional, o SIN. Campo Largo 2 foi viabilizado por mais de 100 contratos de energia para consumidores livres de energia.

Com investimento de R$ 1,6 bilhão, o Conjunto é formado por 86 aerogeradores e possui capacidade total instalada de 361,2 MW. Quando estiver operando a plena carga, a ENGIE vai totalizar 1.262,8 MW de capacidade instalada em energia eólica no Brasil, sendo mais de 1.000MW apenas no estado da Bahia, além de consolidar a capacidade da empresa em energias renováveis e ampliar o portfólio da Companhia, já que Campo Largo 2 aumenta a oferta de energia no Ambiente Livre de Contratação.

“Campo Largo 2 representa a nossa consolidação em geração eólica. Ultrapassamos 1GW em capacidade instalada o que reforça a vocação do Brasil para a energia limpa e renovável e para uma economia neutra em carbono. Além disso, disponibilizamos mais energia ao consumidor livre que pode realizar uma contratação de carga sob medida e obter uma redução significativa nos custos com energia elétrica, otimizando o crescimento de seu negócio.” destaca o diretor-presidente da ENGIE Brasil Energia, Eduardo Sattamini.

Em 15 de janeiro, a ENGIE anunciou o início da implantação do Conjunto Eólico Santo Agostinho, localizado nos municípios de Lajes e Pedro Avelino, a 120 km de Natal, no Rio Grande do Norte, por meio da assinatura do contrato de fornecimento dos aerogeradores com a Siemens Gamesa. As obras civis estão previstas para começar em junho de 2021, e o investimento previsto é da ordem de R$ 2,2 bilhões.

Investimento em projetos sociais

A ENGIE continua investindo em projetos sociais nos municípios de Umburanas e Sento Sé, na Bahia. Com aporte adicional de R$ 2 milhões, as iniciativas buscam estimular a inserção social e melhorar a qualidade de vida das comunidades por meio do acesso à cultura, à educação, à saúde e ao esporte, entre outras. Ao todo, a ENGIE já investiu R$ 17,1 milhões em projetos sociais durante a implantação de seus 3 conjuntos eólicos na região: Campo Largo 1, Umburanas e Campo Largo 2.

As ações em execução nesse momento incluem a construção de sede comunitária da Comunidade de Campo Largo, implantação de praça e quadra esportiva na Comunidade de Rodoleiro, implantação de um ateliê de costura, além de mais uma horta comunitária e de um Centro de Empoderamento Digital para a realização de cursos, idealizado para proporcionar oportunidades de aprendizado, empreendedorismo, geração de renda e engajamento cívico para a comunidade local.

Sattamini complementa que os projetos sociais são muito importantes porque possibilitam mudanças e melhorias diretas na realidade das pessoas. “O investimento nos locais onde estamos presentes é um reconhecimento ao bom relacionamento que mantemos com os municípios e suas comunidades. Nossos stakeholders são parte fundamental para o sucesso de nossos empreendimentos”, finaliza.

Sobre a ENGIE 

A ENGIE é a maior empresa privada de energia do Brasil, atuando em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. Com capacidade instalada própria de 10.430MW em 61 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade do país, a empresa possui quase 90% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de GEE, como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e biomassa.

Com a aquisição da TAG, a ENGIE é agora também detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km, que atravessam 10 estados e 191 municípios.

Além disso, o Grupo atua no Brasil na comercialização de energia no mercado livre e está entre as maiores empresas em geração fotovoltaica distribuída. A empresa possui ainda um portfólio completo em soluções integradas responsáveis por reduzir custos e melhorar infraestruturas para empresas e cidades, como eficiência energética, monitoramento e gestão de energia. Contando com 3.000 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2019 um faturamento de R$ 10,5 bilhões.

A ENGIE é referência mundial em energia e serviços de baixo carbono. Nosso propósito (“raison d’être”) é agir para a aceleração da transição para um mundo neutro em carbono, através do consumo reduzido de energia e de soluções mais sustentáveis, conciliando performance com um impacto positivo sobre as pessoas e o planeta. A ENGIE se apoia nas suas atividades chave (gás, energia renovável, serviços) para oferecer soluções competitivas aos nossos clientes. Com nossos 170.000 colaboradores, clientes, parceiros e stakeholders, somos uma comunidade de Construtores Imaginativos, comprometidos a cada dia com um progresso mais harmonioso.

 Receita em 2019: 60,1 bilhões de euros. O Grupo é negociado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI) e representado nos principais índices financeiros (CAC 40, DJ Euro Stoxx 50, Euronext 100, FTSE Eurotop 100, MSCI Europe) e índices não-financeiros (DJSI World, DJSI Europe e Euronext Vigeo Eiris – World 120, Eurozone 120, Europe 120, France 20, CAC 40 Governance).

Sobre Carlos Augusto 9515 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).