Recordar o Holocausto para que não aconteça outra vez, diz Papa Francisco

Judeus e minorias presos em campo de concentração pelo Governo Nazista de Adolf Hitler.
Recordar e vigiar foram palavras usadas pelo Papa Francisco ao citar o "Dia da Memória" e todas as vítimas do regime nazista. "Recordar é uma expressão de humanidade, recordar é sinal de civilidade.".

No final da Audiência Geral desta quinta-feira (27/01/2021), o Papa Francisco recordou o “Dia da memória” e as vítimas do Holocausto e todas as pessoas perseguidas e deportadas pelo regime nazista.

Em 27 de janeiro de 1945, as tropas soviéticas abateram os portões de Auschwitz, revelando ao mundo, pela primeira vez, a realidade do genocídio.

Recordar e vigiar foram palavras usadas por Francisco:

“Recordar é uma expressão de humanidade, recordar é sinal de civilidade, recordar é condição por um futuro melhor de paz e de fraternidade, recordar é também estar atentos porque essas coisas podem acontecer outra vez, começando com propostas ideológicas que querem salvar um povo e acabam por destruir um povo e a humanidade. Fiquem atentos a como começou este caminho de morte, de extermínio, de brutalidade. ”

O “Dia da memória” foi instituído pelas Nações Unidas em 2005 e tem como objetivo rememorar a data histórica em que tropas soviéticas invadiram o campo de concentração em Auschwitz, libertando cerca de 7 mil sobreviventes do massacre nazista. Estima-se que 1 milhão de judeus e de outras minorias étnicas morreram nos campos de extermínio do regime nazista.

*Com informações do Vaticano News.

‘O trabalho liberta’, frase inscrita no portão principal de Auschwitz.
‘O trabalho liberta’, frase inscrita no portão principal de Auschwitz.
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