Hospital da Mulher de Feira de Santana amplia assistência às gestantes de Alto Risco

De janeiro a outubro deste ano, o Complexo Materno Infantil do Hospital da Mulher realizou 441 internamentos de alto risco, sendo que no ano passado, no mesmo período, foram realizados 207 internamentos de alto risco.
De janeiro a outubro deste ano, o Complexo Materno Infantil do Hospital da Mulher realizou 441 internamentos de alto risco, sendo que no ano passado, no mesmo período, foram realizados 207 internamentos de alto risco.

Para ampliar a oferta da assistência especializada e garantir maior segurança e melhor atendimento às gestantes e aos bebês em situações especiais, a Prefeitura Municipal, através da Fundação Hospitalar de Feira de Santana, contratou mais dois médicos especializados em gestação de alto risco.

Desta forma, as gestantes diabéticas, hipertensas, as que são portadoras de miomatose (mioma no útero) e que sofrem do transtorno da placenta, entre outras patologias, que não demandam da necessidade de UTI materna no pós-parto, terão um pré-natal de alto risco Tipo 1 ainda mais seguro e qualificado, no Hospital Inácia Pinto dos Santos, o Hospital da Mulher.

De janeiro a outubro deste ano, o Complexo Materno Infantil do Hospital da Mulher realizou 441 internamentos de alto risco, sendo que no ano passado, no mesmo período, foram realizados 207 internamentos de alto risco.

De acordo com a diretora presidente da Fundação Hospitalar, Gilberte Lucas, os atendimentos são prestados por meio de agendamentos no ambulatório especializado ou através de encaminhamentos de médicos ou do pronto atendimento, quando é detectada uma situação de risco.

“A assistência é prestada 24 horas (exceto consultas agendadas). A equipe do Atendimento de Gestação de Alto Risco organiza toda a estratégia de atendimento das pacientes. Em determina das situações, elas podem continuar em casa com acompanhamento médico periódico, como podem necessitar de internação até que o quadro clínico se estabilize. Algumas voltam para casa antes disso e só retornam ao hospital para o parto. Mas não deixamos uma só paciente sem atendimento”, afirma Gilberte.

A gestora informa ainda que em casos mais graves as gestantes seguem internadas até o parto para evitar a prematuridade extrema. “Quando necessário, as pacientes realizam todos os exames com a frequência necessária na própria unidade e têm um acompanhamento integral do estado de desenvolvimento do feto”.

Redação do Jornal Grande Bahia
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