Brasileiro ganha prêmio da Unesco sobre Mídia e Informação 2020

Professor Carlos Lima ficou em terceiro lugar na distinção da agência da ONU pelo seu programa educativo 'Imprensa Jovem'.
Professor Carlos Lima ficou em terceiro lugar na distinção da agência da ONU pelo seu programa educativo 'Imprensa Jovem'.

Um programa educativo do Brasil foi um dos ganhadores do Prêmio Aliança para Mídia e Informação 2020. A distinção é entregue pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco.

Atividades

O professor brasileiro Carlos Lima, criador do programa Imprensa Jovem, foi um dos vencedores.

A transmissão ajuda professores e alunos com atividades curriculares e fora da grade curricular sobre educação a distância, e o uso da mídia no ensino. O projeto analisa artigos de mídia, utiliza recursos de tecnologia e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ODS.

Por causa da pandemia, a Semana Global Da Mídia e Informação 2020 ocorreu na internet. A primeira desde o início da cerimônia há 10 anos.

A Unesco lembra que redes, organizações e indivíduos investiram décadas para ajudar as pessoas na aquisição de mais autonomia com informação e mídia.

Dentre os critérios utilizados para escolher os ganhadores estão a troca de boas práticas e bons exemplos na promoção do conceito para formar usuários na transformação digital e a saber identificar a desinformação e as notícias falsas.

Sustentabilidade

Um outro aspecto é a motivação de atores para iniciativas que promovam mudanças. Por fim, a atração internacional para gerar um impacto positivo sobre ações de alfabetização, mídia e informação e também de sustentabilidade. Ao todo, foram anunciados seis vencedores.

Além do professor brasileiro, ganharam a edição 2020 do Prêmio da Unesco, Michelle Ciulla-Lipkin, da Associação Nacional para Mídia e Educação, dos Estados Unidos que trabalha com escolas e cidades, além de setor de entretenimento. O projeto dela conquistou o primeiro lugar da lista de vencedores.

Argentina e Stanford

Já Willice Onyango do Café Juventude Limitada, do Quênia, apoia 5 milhões de jovens na África com informação básica sobre como navegar pela informação e pela mídia. Checagem de fatos, verificação de posts de redes sociais e qualidade da informação online são alguns dos pontos aprendidos pelos participantes do programa queniano. A entidade, que dividiu o primeiro lugar do prêmio com os Estados Unidos, é comandada por jovens.

O projeto Outras Vozes, Comunicação para a Democracia, da Argentina, ficou em segundo lugar ao lado de uma iniciativa da Universidade de Stanford, dos Estados Unidos.

O professor brasileiro Carlos Lima dividiu o terceiro lugar com um projeto do Paquiestão, Daastan, de Syed Ommer Amer. O programa investe em técnicas de estórias para promover diálogo intercultural assim como a segurança de jornalistas.

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