Vereador solicita que sindicato do Programa de Controle de Endemias deve retirar ação contra entidade coirmã e critica empresas de ônibus

Isaías dos Santos (Isaías de Diogo): quero lhe pedir em nome dos agentes: retire esta causa.
Isaías dos Santos (Isaías de Diogo): quero lhe pedir em nome dos agentes: retire esta causa.

O Sindicato de Saúde do Programa de Controle de Endemias deve retirar a ação que ingressou na Justiça contra a entidade co-irmã Associação dos Agentes de Saúde dos Programas de Endemias do Município, propõe o vereador Isaías de Diogo (MDB). Na Câmara, ele fez um apelo à unidade da categoria para o dirigente do Sindicato, Roberto Carvalho: “Quero lhe pedir em nome dos agentes: retire esta causa”.

A defesa dos agentes de endemias está entre as prioridades do mandato de Isaías, no Legislativo. Integrante da classe, ele e a sua colega agente Isabel Cristina foram responsáveis pelo surgimento da Associação. Segundo o vereador, a ação, que discutiu a legitimidade da Associação junto à categoria, teve uma decisão judicial determinando ao Sindicato o pagamento diário de R$ 250. “Esse dinheiro vai sair do bolso de cada agente de endemias”, pondera.

Roberto sentiu-se prejudicado, conforme Isaías, porque a Associação “estava lutando juntamente comigo, enquanto o Sindicato ficou alguns meses de braços cruzados”.  Depois, acrescenta, “entrou com a ação afirmando que a Associação estava tomando o lugar de agir do Sindicato”. Em sua opinião, as entidades devem lutar juntas pela categoria.  Ele questiona: “Qual o objetivo do Sindicato e da Associação, se não unir forças? Os agentes querem contar com a defesa de uma categoria que muitas vezes não é reconhecida como deveria”.  Particularmente, o vereador afirma que desde sua eleição se dedica à causa, mas sofre com “perseguições e palavras”.

Empresas de ônibus urbano não pagam impostos, nem depositaram outorga, denuncia vereador

As empresas Rosa e São João, que operam o transporte coletivo de Feira de Santana, não estão pagando impostos ao município e também não depositaram a outorga referente ao processo licitatório para explorar o serviço. A denúncia foi levada à Tribuna da Câmara Municipal pelo vereador Isaías de Diogo (MDB), na sessão desta quarta-feira (02).

Ele propôs a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a situação.  “Não sei se começou na gestão passada ou na atual, essa prática das empresas não pagar os tributos. Não interessa quem foi conivente, como representantes do povo não podemos deixar trabalharem dessa forma”.

O presidente do Legislativo, vereador José Carneiro (MDB), considerou a denúncia grave e declarou que vai encaminhar um requerimento pedindo informações ao Município sobre pagamentos de impostos e da outorga pelas empresas.

O vereador Alberto Nery (PT) disse que já chegou a propor a instalação de uma CPI para investigar o transporte público coletivo local. “Ouvi do ex-prefeito (José Ronaldo) que foram pagos R$ 4 milhões de outorga e que seriam usados para melhorar as vias da cidade. O não pagamento dos impostos é ainda mais grave”, avalia.

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