Líder governista critica Governo do Estado por abandonar Centro de Cultura Amélio Amorim e diz que Prefeitura de Feira de Santana ainda não cumpriu lei que beneficia servidor em empréstimo consignado

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Marcos Lima: o cidadão que de Feira de Santana que passa pela Avenida Presidente Dutra vê um Centro Cultural abandonado, sucateado e isto é lamentável.
Marcos Lima: o cidadão que de Feira de Santana que passa pela Avenida Presidente Dutra vê um Centro Cultural abandonado, sucateado e isto é lamentável.

A “situação de abandono” do Centro de Cultura Amélio Amorim, equipamento pertencente ao Governo do Estado, é alvo de críticas na Câmara de Feira de Santana. O vereador Marcos Lima (DEM), em discurso recente na Casa da Cidadania, cobrou providências do governador Rui Costa. “O cidadão que de Feira de Santana que passa pela Avenida Presidente Dutra vê um Centro Cultural abandonado, sucateado e isto é lamentável”.

O vereador também criticou a falta de saneamento básico na Lagoa Grande, obra tocada pela Conder, órgão do governo baiano. “O saneamento básico tão esperado, tão desejado pelos moradores do Caseb, ainda não foi feito, mesmo com a cobrança de tantos vereadores nesta tribuna, representando aquele bairro”.  Marcos Lima lembrou ainda da ausência de investimentos no Centro de Convenções, obra inacabada do Governo do Estado em Feira de Santana. “Aquele local foi deixado para trás pelo governo do PT”.  Ele reivindica do Governo do Estado uma intervenção para melhorar as condições da BR-324 (rodovia Feira de Santana–Salvador). “A concessão foi dada à Via Bahia, que deixa a desejar”.

Prefeitura ainda não cumpriu lei que beneficia servidor em empréstimo consignado

A Secretaria de Administração deve cumprir a lei em vigor e negociar com as instituições financeiras, imediatamente, a carência de três meses referente a empréstimos consignados contraídos por servidores públicos ativos, inativos e comissionados da Prefeitura de Feira de Santana. O desconto é feito diretamente em folha de pagamento.

A cobrança é do vereador Marcos Lima (DEM), autor do projeto aprovado pela Casa da Cidadania no mês de junho. Ele critica a postura do secretário de Administração, Sebastião Cunha. “Não entendi porque o secretário me deu sugestões para elaboração do projeto de lei e agora encaminha um parecer ao Executivo afirmando que a matéria é inconstitucional”.  Ele explicou que após aprovação do projeto pela Câmara, a lei foi encaminhada ao Executivo, que não a sancionou, nem vetou. “Todavia promulgada, pela Câmara, deve ser cumprida. Se o secretário entende ser inconstitucional, ele deve provar, mas até lá, é lei”.

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