Governo Bolsonaro edita MP que permite vender partes da Caixa Econômica até dezembro de 2021

Edifícios-sede da Caixa Econômica Federal (CEF) e do Banco Central do Brasil (BCB)Edifício-sede da Caixa Econômica, em Brasília. Setores do Banco, como o de seguros, devem fazer parte da reestruturação que, segundo o governo, servirá para fortalecer atuação do órgão em áreas sociais como Bolsa-Família e FGTS.

O governo editou na noite de sexta-feira (07/08/2020) a Medida Provisória (MP) 995/2020, que permite à Caixa Econômica Federal criar novas subsidiárias, com a abertura de capital próprio. Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República afirma que a MP “é o primeiro passo para a alienação de ativos da Caixa. Pretendemos diminuir a atuação do banco em setores como o mercado de seguros e outros não-estratégicos”.

A nota defende que a MP, que, se aprovada no Parlamento, levará à reestruturação da instituição até dezembro de 2021, permitirá “o acesso a fontes adicionais de financiamentos, com a possibilidade de alienação de ativos e a realização de Ofertas Públicas Iniciais (IPOs)”.

Ainda segundo o governo, a reestruturação não afetará a atuação da Caixa em políticas públicas estratégicas, como o Bolsa-Família, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o financiamento imobiliário. “Ao contrário, permitirá que o banco foque seus recursos e esforços nestas atividades”, finaliza a secretaria-geral.

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Redação do Jornal Grande Bahia
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