Unigel investe R$ 15 milhões na reabertura de fábrica de chapas acrílicas no município de Candeias

Unigel projeta produção de 1 mil toneladas por mês.Unigel projeta produção de 1 mil toneladas por mês.

A Unigel investiu cerca de R$ 15 milhões na reabertura de três linhas de produção de chapas acrílicas no município de Candeias, com a geração de 150 empregos diretos e 350 indiretos. Até o início de agosto, todas as linhas estarão em pleno funcionamento e devem produzir juntas aproximadamente 1 mil toneladas/mês. A produção da fábrica baiana está toda vendida até o final de outubro e neste momento 100% do produto será exportado. A alta demanda surgiu com a necessidade de utilizar as chapas em equipamentos de proteção contra a Covid-19.

“Notícias como essa nos mostram que grandes oportunidades podem aparecer nas crises. O coronavírus fez surgir um novo nicho de negócio que continuará após a crise passar, pois a população vem adquirindo novos hábitos e adotando novos protocolos de segurança e proteção. Para a Bahia, a notícia não poderia ser melhor, além do investimento, a empresa está gerando novos empregos e dando prioridade em contratar moradores do próprio município”, afirma o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico.

De acordo com Wendel Souza, diretor Geral de Operações Comerciais da Unigel, o planejamento inicial para 2020 era reativar apenas uma linha de produção, mas a crescente demanda pelo produto em razão da pandemia e as perspectivas de vendas a longo prazo permitiram a reabertura das três linhas de produção.

“Quando hibernamos, estávamos com um mercado super estrangulado com material sobrando no mundo e a competitividade era muito baixa. Com a Covid-19, vários lugares passaram a utilizar a chapa acrílica como barreira para evitar a contaminação entre cliente e o trabalhador, em especial, no exterior. Nos Estados Unidos, por exemplo, é meio que obrigatório, a demanda está extraordinária. Acreditamos que é um mercado novo que surge e que veio para ficar mesmo pós-pandemia, quando trabalharemos com mercado de reposição”, explica Souza.

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About the Author

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).