Nível de isolamento de Feira de Santana abaixo de 50 por cento nos últimos dias

Dados sobre isolamento social de Feira de Santana referente aos dias 29 de junho e 1º de julho de 2020.Dados sobre isolamento social de Feira de Santana referente aos dias 29 de junho e 1º de julho de 2020.

Os índices apresentados nos últimos três dias em relação ao isolamento social em Feira de Santana não chegaram no mínimo admitido pelo Ministério da Saúde, que é de 50%. Os números que demonstram baixa adesão da população entre os dias 29 de junho e 1º de julho de 2020.

Na segunda-feira, 29, se apresentou o menor índice, com 44,3% de isolamento social. No dia seguinte houve um pequeno aumento, chegando a 45,2%. Na quarta-feira, foi de 45,3%.

Os gráficos mostram que o município só consegue chegar ao mínimo admitido nos finais de semana. No último domingo, 28, por exemplo, o índice foi de 50,7%. Isso também por conta do trabalho da Força Tarefa instalada pela Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) que evita aglomerações pela cidade.

O índice considerado satisfatório pelo Ministério da Saúde é de 70%. O município ainda não conseguiu alcançar a taxa considerada satisfatória, mesmo como todas as recomendações do Governo Municipal e as ações de fechamento do comércio e força tarefa de combate a aglomerações.

O monitoramento tem sido feito nas grandes cidades brasileiras desde a adoção da campanha pelo isolamento social (fique em casa!) para evitar aglomerações durante o período de pandemia do coronavírus no país.

A tecnologia é executada a partir de dados fornecidos pelas grandes operadoras de telefonia celular no país (Claro, TIM, Oi e Vivo). O serviço verifica a movimentação das pessoas e aglomerações através dos seus smartphones.

Dados sobre isolamento social de Feira de Santana referente aos dias 29 de junho e 1º de julho de 2020.

Dados sobre isolamento social de Feira de Santana referente aos dias 29 de junho e 1º de julho de 2020.

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About the Author

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).