Mesmo fechado à visitação, alimentação dos animais do Parque da Lagoa está garantida, diz Prefeitura de Feira de Santana

Prefeitura de Feira de Santana mantém alimentação dos animais do Parque da Lagoa.
Prefeitura de Feira de Santana mantém alimentação dos animais do Parque da Lagoa.
Prefeitura de Feira de Santana mantém alimentação dos animais do Parque da Lagoa.
Prefeitura de Feira de Santana mantém alimentação dos animais do Parque da Lagoa.

Patos, gansos, peixes, galinhas e iguanas estão entre os animais que vivem no Parque da Lagoa Erivaldo Cerqueira, às margens da avenida José Falcão da Silva. Vivem submersos, outros vagando e também aqueles que estão quase sempre escondidos no extenso espaço verde de sua vegetação. São os cágados, preás e coelhos.

Mantê-los no Parque da Lagoa requer cuidado. A oferta de alimentos é diária. Serviço que é feito pela equipe do Departamento de Áreas Verdes, da Secretaria de Serviços Públicos, numa rotina de domingo a domingo.

Mesmo diante do atual cenário de enfrentamento do coronavírus, que levou o fechamento do parque à visitação, a comida dos animais está garantida. Diariamente é fornecido em comedouros ração para as aves e lançado na lagoa para os peixes. Na sexta-feira a quantidade de alimentos é maior para atender o final de semana.

“Além disso, é deixada uma reserva junto com a Guarda Municipal, caso necessário. No entanto, constamos que nas segundas-feiras que os comedouros ainda têm ração, como também a reserva não foi utilizada totalmente”, afirma o diretor de Áreas Verdes, João Falcão.

Ele assegura que os criatórios no parque obedecem às normas e leis de proteção a fauna, observando as questões sanitárias, manejo, alimentação e bem estar.

“Por semana é fornecido um saco de 40 quilos de ração para as aves e um saco de 25 quilos para os peixes, resultando por mês em 160 quilos de comida para as aves e 100 quilos de ração para os peixes”, informa. O parque também dispõe de plantas que são utilizadas como alimento por seleção natural de cada espécie.

Superpopulação

O povoamento de patos e gansos no Parque da Lagoa ocorreu em 2012, quando foram introduzidos 34 animais. O ambiente aquático contribuiu para que se reproduzissem em quantidade. Entre as aves, os patos sempre se destacaram em números no Parque da Lagoa devido à capacidade de postura por ano, podendo render de 30 a 40 novos animais.

Devido à reprodução em grande escala, eles já somaram 400 cabeças. Com a superpopulação de patos foi necessário transferir algumas cabeças para o Parque da Cidade Frei Monteiro Sobrinho, no conjunto Feira VII.

Em 2014 foram levados 90 patos e em 2018, 110 destes animais foram transferidos para lá, bem como foi feita a doação para produtores rurais e proprietários de sítios, que demonstraram interesse, através de iniciativa viabilizada através da Secretaria Municipal de Agricultura.

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