Vigilância Epidemiológica de Feira de Santana recomenda que a população reforce os cuidados em prevenção ao mosquito Aedes aegypti no período de isolamento social

Quintais, vasilhames e recipientes devem ser vistoriados durante o período de quarentena, recomenda a Vigilância Epidemiológica da Prefeitura de Feira de Santana.
Quintais, vasilhames e recipientes devem ser vistoriados durante o período de quarentena, recomenda a Vigilância Epidemiológica da Prefeitura de Feira de Santana.
Quintais, vasilhames e recipientes devem ser vistoriados durante o período de quarentena, recomenda a Vigilância Epidemiológica da Prefeitura de Feira de Santana.
Quintais, vasilhames e recipientes devem ser vistoriados durante o período de quarentena, recomenda a Vigilância Epidemiológica da Prefeitura de Feira de Santana.

Quintais, vasilhames e recipientes devem ser vistoriados durante o período de quarentena, recomenda a Vigilância Epidemiológica da Prefeitura de Feira de Santana. Neste momento em muitas pessoas se encontram em casa os cuidados devem ser redobrados.

A água parada é o principal causador da proliferação do mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Em Feira de Santana, entre janeiro e abril deste ano houve um aumento em 64,77% dos casos de chikungunya em comparação aos registros durante todo ano anterior.

Medidas de prevenção estão sendo reforçadas pela Secretaria de Saúde, através da equipe do Centro de Referência em Endemias, como visitação casa a casa com aplicação do larvicida, bloqueio e perifocal. Os bairros com maior registro de notificação dos casos suspeitos de chikungunya são: Brasília, distrito de Bonfim de Feira, Parque Ipê, Tomba, Cidade Nova e Centro.

O trabalho de conscientização e orientação da população quanto à limpeza de residências para conter o índice de infestação permanece acontecendo diariamente pelos agentes de endemias. Cerca de 80% dos focos do mosquito são encontrados em casas habitadas segundo o coordenador do Centro de Referência em Endemias, Edilson Matos.

Ainda de acordo ele, é possível interpretar através dos dados que os moradores do município não estão adotando as medidas que previnem a reprodução do mosquito. “O trabalho vem sendo realizado pelos agentes de endemias, mas os proprietários das residências precisam fazer sua parte. O inadequado acúmulo de água é o problema mais comum visto pelos agentes nas residências”, destaca.

O trabalho de limpeza dos quintais, tirar água em vasos de planta são importantes para que não haja proliferação do mosquito. O problema se agrava porque cerca de 3% dos novos insetos nascem contaminados com o vírus da doença e dentro de poucos dias entram em fase de reprodução – são as fêmeas que reproduzem as infecções.

Redação do Jornal Grande Bahia
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