Secretários de Feira de Santana explicam suspensão de gratificações no funcionalismo durante pandemia da Covid-19

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Atinge todo o Governo municipal explica que suspensão de gratificações atinge todo o funcionalismo e não apenas professores da rede municipal de Feira de Santana.funcionalismo, não apenas professores, a suspensão de gratificações na Prefeitura de Feira de Santana enquanto o Município enfrenta a pandemia da Covid-19.
Governo municipal explica que suspensão de gratificações atinge todo o funcionalismo e não apenas professores da rede municipal de Feira de Santana.
Atinge todo o Governo municipal explica que suspensão de gratificações atinge todo o funcionalismo e não apenas professores da rede municipal de Feira de Santana.funcionalismo, não apenas professores, a suspensão de gratificações na Prefeitura de Feira de Santana enquanto o Município enfrenta a pandemia da Covid-19.
Governo municipal explica que suspensão de gratificações atinge todo o funcionalismo e não apenas professores da rede municipal de Feira de Santana.

Atinge todo o funcionalismo, não apenas professores, a suspensão de gratificações na Prefeitura de Feira de Santana enquanto o Município enfrenta a pandemia da Covid-19 , com drástica queda de receita.

O esclarecimento está sendo feito pelo Secretário Municipal de Administração, Sebastião Cunha. A única exceção, informa, é o pessoal que trabalha diretamente nas ações de prevenção e apoio no combate ao Covid-19, qualquer que seja a secretaria.

A medida do Poder Executivo, adotada a partir da folha deste mês de abril, estará em vigor enquanto o município estiver em estado de calamidade pública.

No caso dos professores da rede municipal de educação, foram suspensos temporariamente o pagamento de horas extras e um adicional por deslocamento da cidade para a zona rural, em razão da suspensão das aulas devido a pandemia.

O secretário de Educação, Marcelo Neves, contesta reclamação da dirigente da APLB, Marlede Oliveira, em alguns veículos de comunicação. “Não há como justificar o pagamento de mais 20 horas semanais, por exemplo, se nem mesmo aula está havendo”, explica o secretário.

A remuneração por deslocamento contempla professores que residem na cidade e precisam se dirigir em transporte público cedido pelo Município para o trabalho em escolas localizadas na zona rural. “Igualmente perde o sentido, neste momento”, pondera Neves.

Ele observa que haveria ainda outras remunerações que podem ser questionadas neste momento em que as aulas estão suspensas, mas que foram mantidas.

O secretário da Fazenda, Expedito Eloy, explica que o momento requer “prudência e responsabilidade da gestão, para que não tenhamos adiante a necessidade de sacrifícios maiores”. Segundo ele, a pandemia “faz doentes e mortos, lamentavelmente, além de danos econômicos muito fortes a todos”,

Ele diz que a normalidade em relação a gratificações e despesas não justificadas neste momento, junto ao funcionalismo, vai ser retomada imediatamente após superado o período crítico, não apenas para os professores, mas também as demais categorias de servidores municipais.

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