Protetores faciais fabricados na Universidade de Estadual de Feira de Santana são entregues gratuitamente a profissionais de saúde

Protetores faciais fabricados na Universidade de Estadual de Feira de Santana.
Protetores faciais fabricados na Universidade de Estadual de Feira de Santana.
Protetores faciais fabricados na Universidade de Estadual de Feira de Santana.
Protetores faciais fabricados na Universidade de Estadual de Feira de Santana.

Os profissionais de saúde que atuam no atendimento à população, no enfrentamento a Covid-19 no município, estão sendo contemplados com protetores faciais fabricados na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Considerado o mais eficiente EPI (Equipamento de Proteção Individual) para os profissionais de saúde que atuam durante a pandemia do coronavírus, os protetores já foram entregues gratuitamente a profissionais do SAMU, Vigilância Epidemiológica, UPA da Queimadinha, além do Hospital Geral Clériston Andrade e Departamento de Polícia Técnica.

O protetor facial funciona como uma barreira mecânica, evitando que gotículas possam atingir boca, nariz e olhos dos profissionais de saúde. O prefeito Colbert Martins Filho, médico por formação, ressalta a importância deste equipamento para a proteção dos funcionários de saúde. “Oferece uma proteção muito maior do que somente a máscara. E fico feliz em saber que Feira de Santana é destaque nacional neste tipo de produção, e que neste momento o produto está sendo distribuído gratuitamente para os profissionais que trabalham para atender a população nesse momento tão delicado”, salientou.

O coordenador do trabalho de fabricação, Jeidson Marques, explica que professores, estudantes e voluntários se dedicam á mão de obra. A fabricação acontece em um laboratório 3D, no prédio da reitoria. Com quatro impressoras 3D, com capacidade de produzir 4 protetores faciais por minuto, Feira de Santana tem atualmente o maior polo de produção do norte/nordeste do país, conforme observa o professor.

As quatro impressoras funcionam quase 24 horas na produção dos protetores faciais. “Diariamente são cerca de 40 peças e temos o potencial de triplicarmos isso em poucos dias”, afirmou. Na linha de produção são utilizados filamento de plástico e folha de acetato, que formam o visor, e acrescentado um elástico.

Redação do Jornal Grande Bahia
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