Para deputado Rodrigo Maia, o pós-crise vai exigir debate sobre a melhoria do gasto público; Congelamento de salários no serviço público é simbólico, pois não haverá aumento mesmo, diz

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Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados.
Rodrigo Maia: a gente pode tratar de congelamento por 18, 12 meses, tirar médicos, guardas (da proposta), isso pode ser feito.
Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados.
Rodrigo Maia: a gente pode tratar de congelamento por 18, 12 meses, tirar médicos, guardas (da proposta), isso pode ser feito.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o período pós-crise vai exigir um amplo debate sobre a qualidade do gasto público, muito maior do que o debate que está sendo feito sobre o congelamento de salários de servidores públicos. A proposta de proibir aumentos ao funcionalismo público está sendo discutida no Senado, com apoio da equipe econômica do governo, como alternativa ao texto aprovado pela Câmara da ajuda emergencial aos estados e municípios por meio da recomposição do ICMS e do ISS.

Segundo Rodrigo Maia, a previsão de congelar salários de servidores é um gesto simbólico, já que nenhum ente da Federação irá aumentar salários neste momento de crise da pandemia do coronavírus. Maia destacou ainda que o período pós-crise vai gerar a necessidade de uma repactuação em toda a sociedade, de forma a melhorar o serviço, e que os recursos garantam mais produtividade para o País.

“Num segundo momento vamos ter que repensar nossas reformas, na melhoria do gasto público para uma retomada da economia com melhor qualidade”, afirmou o presidente.

“A gente pode tratar de congelamento por 18, 12 meses, tirar médicos, guardas (da proposta), isso pode ser feito, mas o mais importante é que o pós-crise vai levar a necessidade do Parlamento, do governo e da sociedade a uma nova pactuação”, explicou Maia.

Ele afirmou que espera uma solução rápida para os problemas financeiros enfrentados pelos estados e município em razão da crise da Covid-19. Segundo Maia, muitos entes estão com uma perda de arrecadação próximo a 30% neste mês de abril e podem chegar a 45% em maio. O texto de ajuda emergencial aos estados e municípios aguarda votação dos senadores.

*Com informações da Agência Câmara.

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