Vereador volta a questionar sobre ambulantes não cadastrados na Prefeitura de Feira de Santana e repercute manifestação de camelôs

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Luiz Ferreira (Luiz da Feira): feira de Santana tem quase 8.000 camelôs e boa parte não está cadastrada no Shopping Popular.
Luiz Ferreira (Luiz da Feira): feira de Santana tem quase 8.000 camelôs e boa parte não está cadastrada no Shopping Popular.
Luiz Ferreira (Luiz da Feira): feira de Santana tem quase 8.000 camelôs e boa parte não está cadastrada no Shopping Popular.
Luiz Ferreira (Luiz da Feira): feira de Santana tem quase 8.000 camelôs e boa parte não está cadastrada no Shopping Popular.

Em pronunciamento, na tribuna da Câmara Municipal de Feira de Santana, durante a sessão ordinária desta terça-feira (10/03/2020), o vereador Luiz Ferreira Dias (Luiz da Feira, PCdoB) – indagou sobre o destino dos camelôs que não estão incluídos no cadastro municipal que possibilita a comercialização de mercadorias no Centro Comercial Popular.

A implantação do empreendimento é uma ação interligada às obras de requalificação do Centro Comercial, que tem entre as suas demandas, a transferência de 1.800 vendedores ambulantes para o Shopping Popular. Entretanto, de acordo com Luiz da Feira, o município possui um quantitativo muito maior de camelôs que não estão cadastrados na Prefeitura e também terão que retirar as barracas das ruas da cidade.

“Feira de Santana tem quase 8.000 camelôs e boa parte não está cadastrada no Shopping Popular. O nosso Poder Público deu prazo de 30 dias para saírem das ruas do centro da cidade, mas os vendedores que não estão cadastrados vão para onde? Quero saber do nosso secretário o que vai acontecer com os camelôs que não estão cadastrados”, indagou o edil.

“Os camelôs estão clamando por seus direitos”, afirma Luiz Ferreira

O vereador Luiz Ferreira Dias- Luiz da Feira (PCdoB) destacou a manifestação realizada, na terça-feira (10), por vendedores ambulantes em frente à Prefeitura de Feira de Santana.

“Os camelôs estão clamando pelos seus direitos, mas até agora nada foi resolvido”, protestou.  O parlamentar pediu ao prefeito Colbert Martins e ao secretário de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (Settdec), Antônio Carlos Borges Júnior, uma solução para os vendedores ambulantes que não estão cadastrados para atuar no Centro Comercial Popular– Shopping Popular – e reclamou do valor do aluguel dos boxes.

“O nome é Shopping Popular, mas de popular não tem nada. É um shopping particular”, reclamou. Luiz da Feira comunicou que acontecerá uma audiência pública, hoje, às 16 horas, na praça Bernardino Bahia, com a presença de advogados e dos vendedores ambulantes para discutir a situação da categoria.

“O prazo para relocar os ambulantes já está acabando, mas o shopping nem está pronto ainda”, observou. E acrescentou “mais de 80% dos camelôs não têm como pagar o que o shopping está cobrando. Peço ao secretário e ao prefeito para rever a situação”.

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