#Salvador471: cidade festeira vai comemorar aniversário de forma diferente

Vista aérea de Salvador.

Vista aérea de Salvador.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresenta dados sobre a primeira capital do Brasil, nos 471 anos de fundação da cidade.

‘#Salvador471’

Em 2018, Salvador tinha 1,041 milhão de domicílios, onde viviam 2,857 milhões de pessoas, o que dava uma média de pouco menos de 3 moradores por residência (2,7), segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC).

O número médio de pessoas por residência vem caindo na capital, seguindo uma tendência nacional. Os dados dos Censos Demográficos mostram, por exemplo, que, em 1991, eram 4,3 moradores por domicílio e, em 2010, eram 3,1.

Ainda assim, em 2018, 123 mil pessoas (4,3% da população de Salvador) viviam em domicílios com adensamento excessivo, ou seja, onde havia 4 pessoas ou mais por dormitório (que é qualquer cômodo usado para.

Quase 7 em cada 10 domicílios soteropolitanos (66%) são casas, onde vivem 1,941 milhão de pessoas (68% da população).

Mas, ao longo da década passada, a capital baiana se verticalizou de forma significativa. O número de apartamentos passou de 204,7 mil em 2010 (24% do total de domicílios, segundo o Censo) para 360 mil em 2018 (34% do total, segundo a PNADC).

Isso quer dizer que, em 2018, 1 em cada 3 moradores da capital baiana (32%) vivia em apartamento: um total de 914 mil pessoas.

Cerca de 7 em cada 10 domicílios soteropolitanos são próprios (71,6% do total, ou 746 mil). Ainda assim, 1 em cada 5 moradores da capital baiana paga aluguel (19,8% da população ou 565 mil pessoas).

Quase 1 em cada 5 soteropolitanos mora só: 18,9% da população ou 196 mil pessoas. As mulheres são maioria nesse grupo: 103 mil vivem sozinhas, o que equivale a 53% do total.

Praticamente metade das residências soteropolitanas são chefiadas por mulheres. Elas são apontadas como responsáveis por 516 mil domicílios na capital baiana, 49,6% do total. É um percentual maior que a média da Bahia. No estado como um todo, as mulheres chefiam 45,8% dos domicílios.

Em 2018, 6 em cada 10 domicílios soteropolitanos (60,5%) tinham máquina de lavar roupa, segundo a PNADC. Essa proporção era de 4 em cada 10 (42,4%) em 2010, segundo o Censo.

Além disso quase 4 em cada 10 residências da capital (37,8%) tinham carro em 2018 (a proporção era de 28,6% em 2010) e 6,2% dos domicílios soteropolitanos tinham moto.

Dos três serviços de saneamento básico, o que mais atende moradores de Salvador é a rede abastecimento de água, que chegava, em 2018, a 99,7% dos domicílios da capital. Em seguida, vinha a coleta de esgoto, que atendia 98,4% dos domicílios, por meio de rede geral ou fossa séptica. O serviço de saneamento básico menos presente era a coleta de lixo porta a porta (direta), que atendia quase 7 em cada 10 domicílios soteropolitanos (68,6%).

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Redação do Jornal Grande Bahia
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