Prefeitura de Feira de Santana procura alternativas para resolver problema dos venezuelanos

O problema a ser solucionado é com relação às suas identificações formais. O secretário de Desenvolvimento Social, Pablo Roberto, disse que até o momento nenhum deles apresentou algum tipo de documento.
O problema a ser solucionado é com relação às suas identificações formais. O secretário de Desenvolvimento Social, Pablo Roberto, disse que até o momento nenhum deles apresentou algum tipo de documento.
O problema a ser solucionado é com relação às suas identificações formais. O secretário de Desenvolvimento Social, Pablo Roberto, disse que até o momento nenhum deles apresentou algum tipo de documento.
O problema a ser solucionado é com relação às suas identificações formais. O secretário de Desenvolvimento Social, Pablo Roberto, disse que até o momento nenhum deles apresentou algum tipo de documento.

A Prefeitura de Feira de Santana está mantendo contados com autoridades com o objetivo de resolver a situação do grupo de venezuelanos que está na cidade. Já são 24 adultos e crianças.

São indígenas da etnia uarão, que vivem no nordeste venezuelano e se destacam pelas habilidades com artesanato. Também foram atingidos pela crise que assola o país. Daí a decisão de emigrar para o Brasil.

O problema a ser solucionado é com relação às suas identificações formais. O secretário de Desenvolvimento Social, Pablo Roberto, disse que até o momento nenhum deles apresentou algum tipo de documento.

Oito deles chegaram à cidade nos últimos dias – os outros há algumas semanas. O titular da Sedeso afirmou que o município fez tudo que está ao seu alcance para atender as necessidades do grupo.

“Cumprimos todos os protocolos de saúde (consultas médicas e vacinação) e foram atendidos pelos agentes do Creas e Cras”. Informou que vai entrar em contato com a embaixada venezuelana e a Polícia Federal para informar a situação e pedir solução.

Os indígenas, que falam e entendem pouco espanhol e português, ficam nas ruas pedido a ajuda dos transeuntes. “Eles não podem expor as crianças a esta situação”. O repatriamento é uma delas.

Técnicos da Sedeso estão acompanha o grupo. E fazem observações com relação ao seu comportamento. Viram que eles não têm o hábito de estocar alimentos. Observou-se que cozinham todas as doações de uma única vez.

Como não conseguem comer todo arroz ou feijão que recebem ou proteína animal, o desperdício é muito grande, afirmam. Iniciativas objetivam a mudança e incorporação de novos hábitos.

Redação do Jornal Grande Bahia
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