Durante encontro nos EUA, presidente Donald Trump diz ao extremista Jair Bolsonaro que “não faz promessas” sobre tarifas

Presidente dos EUA elogia seu homólogo brasileiro durante jantar na Flórida, mas evita responder se pretende impor novas taxas a produtos do Brasil. Tratamento dispensado aos imigrantes do Brasil é criminoso e nação é subjugada e menosprezada, sob a liderança do néscio extremista de direita. 
Presidente dos EUA elogia seu homólogo brasileiro durante jantar na Flórida, mas evita responder se pretende impor novas taxas a produtos do Brasil. Tratamento dispensado aos imigrantes do Brasil é criminoso e nação é subjugada e menosprezada, sob a liderança do néscio extremista de direita. 
Presidente dos EUA elogia seu homólogo brasileiro durante jantar na Flórida, mas evita responder se pretende impor novas taxas a produtos do Brasil. Tratamento dispensado aos imigrantes do Brasil é criminoso e nação é subjugada e menosprezada, sob a liderança do néscio extremista de direita. 
Presidente dos EUA elogia seu homólogo brasileiro durante jantar na Flórida, mas evita responder se pretende impor novas taxas a produtos do Brasil. Tratamento dispensado aos imigrantes do Brasil é criminoso e nação é subjugada e menosprezada, sob a liderança do néscio extremista de direita.

Em um encontro neste sábado (07/03/2020) com o Jair Bolsonaro na Flórida, o presidente dos EUA, Donald Trump fez elogios ao seu homólogo brasileiro, mas evitou fazer promessas sobre um eventual aumento de tarifas a produtos brasileiros.

“Ele [Bolsonaro] está fazendo um ótimo trabalho. O Brasil o ama e os EUA o amam. Nós temos uma ótima relação e sempre ajudamos o Brasil, provavelmente a relação está muito mais forte do que nunca”, disse Trump ao lado do brasileiro.

Quando perguntado por jornalistas sobre uma eventual imposição de novas tarifas a produtos do Brasil como aço e alumínio diante da desvalorização acentuada do real, Trump afirmou: “Eu não faço promessas”.

Em dezembro, os EUA chegaram a anunciar a imposição de tarifas sobre aço e alumínio produzidos pelo Brasil. Na ocasião, Trump acusou os brasileiros de desvalorizarem propositalmente sua moeda. As medidas, no entanto, acabaram sendo revogadas pouco depois, mas inicialmente provocaram um abalo na aproximação com os americanos promovida incondicionalmente por Bolsonaro.

Bolsonaro, que não fala inglês e estava sem um intérprete ao lado, não reagiu à declaração. A fala de Trump ocorreu em uma rápida aparição para a imprensa pouco antes de um jantar em Mar-a-Lago, resort que pertence ao presidente americano perto de Miami.

Durante o jantar, Trump voltou a elogiar Bolsonaro. “Ele é um homem sensacional, está fazendo um ótimo trabalho. Nossa relação nunca foi mais próxima”, disse. Na mesma mesa estavam o filho mais novo de Bolsonaro, o deputado Eduardo, e os ministros da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno.

Bolsonaro aproveitou o momento para apontar o que considera um dos trunfos no relacionamento com Trump: o fato de os dois serem presidentes de direita. “Estou muito feliz de estar aqui. É uma honra pra mim e para o meu país. Eu tenho certeza que num futuro próximo é muito bom contar com um relacionamento de direita”, disse.

O jantar foi aberto para jornalistas, mas Bolsonaro determinou a exclusão do jornal Folha de S.Paulo do evento. No Twitter, ele chegou a publicar, aparentemente de forma irônica, a reprodução de uma notícia do jornal que apontava a exclusão.

Essa é a quarta viagem oficial de Bolsonaro aos EUA. Na pauta estão temas como medidas relativas à crise na Venezuela, discussões sobre um acordo militar com os americanos.

*Com informações do DW.

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