Cerca de 80% dos focos de Aedes aegypti são encontrados em casas habitadas de Feira de Santana, diz governo municipal

Cerca de 80% dos focos do mosquito Aedes aegypti são encontrados em casas habitadas, segundo a Divisão de Endemias. Se infectado, o inseto transmite a dengue, chikungunya e a zika.
Cerca de 80% dos focos do mosquito Aedes aegypti são encontrados em casas habitadas, segundo a Divisão de Endemias. Se infectado, o inseto transmite a dengue, chikungunya e a zika.
Cerca de 80% dos focos do mosquito Aedes aegypti são encontrados em casas habitadas, segundo a Divisão de Endemias. Se infectado, o inseto transmite a dengue, chikungunya e a zika.
Cerca de 80% dos focos do mosquito Aedes aegypti são encontrados em casas habitadas, segundo a Divisão de Endemias. Se infectado, o inseto transmite a dengue, chikungunya e a zika.

Cerca de 80% dos focos do mosquito Aedes aegypti são encontrados em casas habitadas, segundo a Divisão de Endemias. Se infectado, o inseto transmite a dengue, chikungunya e a zika.

Os números, afirma o coordenador de endemias de Feira de Santana, Edilson Matos, mostram que os moradores do município não estão adotando as medidas que previnem a reprodução do mosquito.

“Numa casa a gente observou que larvas do aedes aegypti estavam saído pela torneira”, afirmou o coordenador. “Uma demonstração que o tanque estava em total desacordo com as nossas orientações”.

O tratamento perifocal, feito com larvicida, foi feito imediatamente. O inadequado acúmulo de água é o problema mais comum visto pelos agentes de endemias nas residências.

Os agentes também fizeram o bloqueio, que é a borrifação de inseticida para eliminar o mosquito adulto, a chamada fase alada e, assim, interromper a cadeia reprodutiva do aedes.

Nesta semana, os agentes estiveram na avenida Torres, no Centro, onde constataram problemas em casas vazias e terrenos baldios. “As pessoas insistem em jogar refugos na área ao lado da sua casa, comportamento que gera problemas futuros”.

Ele afirmou que os agentes estão trabalhando todos os dias da semana e que as pessoas devem fazer a parte delas, no sentido da prevenção. “O controle depende da mudança de comportamento”.

O problema se agrava porque, explica o coordenador, cerca de 3% dos novos insetos nascem contaminados com o vírus da doença e dentro de poucos dias entram em fase de reprodução – são as fêmeas que reproduzem as infecções.

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