Governo Rui Costa debate resultados do Estudo do Potencial Hídrico da Região Oeste da Bahia

Vice-governador João Leão e João Carlos Oliveira, secretário de Meio Ambiente da Bahia.
Vice-governador João Leão e João Carlos Oliveira, secretário de Meio Ambiente da Bahia.
Vice-governador João Leão e João Carlos Oliveira, secretário de Meio Ambiente da Bahia.
Vice-governador João Leão e João Carlos Oliveira, secretário de Meio Ambiente da Bahia.

Os resultados do Estudo do Potencial Hídrico da Região Oeste da Bahia foram apresentados no final da tarde desta quarta-feira (05/02/2020), para os secretários João Carlos Oliveira (Meio Ambiente), João Leão (Desenvolvimento Econômico), Lucas Costa (Agricultura), Adélia Pinheiro (Ciência e Tecnologia), Leonardo Góes (Infraestrutura Hídrica) e a diretora-geral do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Márcia Telles.

Na oportunidade, o coordenador do estudo e professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Everardo Mantovani, entregou ao Governo o relatório final. Também estiveram presentes, Celestino Zanella (Aiba), Julio Busato (Abapa), e os professores Marcos Costa, Eduardo Marques e Aziz Galvão, além de técnicos dos setores envolvidos.

“Esse é um projeto estratégico não só para o Oeste, mas para a Bahia como um todo. Estamos na segunda etapa e o sistema está aberto, onde todos podem complementar sobre a disponibilidade hídrica, monitoramento e distâncias entre poços”, pontuou o professor Mantovani.

“Esse é um grande passo aqui na Bahia para a construção da consciência do uso da água, que é fundamental para nossa existência. Trabalhando juntos vamos conseguir construir um futuro sustentável”, destacou o secretário do Meio Ambiente João Carlos.

“Com a agricultura irrigada temos geração de emprego e renda, desenvolvimento social e também o desenvolvimento econômico do nosso estado. Por isso é tão importante que o Governo apoie essas iniciativas”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, João Leão.

O estudo é uma importante ferramenta de gestão com foco na preocupação ambiental, social e produtiva para o desenvolvimento sustentável do Oeste, considerando as questões climáticas e ecológicas e a disponibilidade de água do aquífero. E é formado por um conjunto de projetos colaborativos desenvolvidos por pesquisadores e técnicos das Universidades Federais de Viçosa e do Rio de Janeiro, com apoio da Universidade Federal do Oeste da Bahia, Universidade Federal de Goiás e da Universidade Estadual da Bahia.

 “Esse é um estudo feito a várias mãos, onde todas as etapas foram validadas por nossos técnicos, que fizeram diversos questionamentos e discutiram os resultados”, lembrou a diretora-geral do Inema, Márcia Telles.

O Estudo do Potencial Hídrico do Aquífero do Urucuia e Superficiais nas Bacias do Rio Grande, Corrente e Carinhanha é financiado pela Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), em acordo de cooperação técnica com diversas secretarias e órgãos do Governo do Estado.

Redação do Jornal Grande Bahia
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