Ex-conselheiro de Donald Trump é condenado a 3 anos de prisão; Presidente dos EUA não sinaliza perdão oficial imediato

Roger Stone é um lobista, autor e consultor político americano. Desde a década de 1970, Roger Stone tem atuado em campanhas de políticos do Partido Republicano, como Richard Nixon, Ronald Reagan, Jack Kemp, Bob Dole e Donald Trump. Em 1980, ele foi cofundador, juntamente com Paul Manafort e Charles R.
Roger Stone é um lobista, autor e consultor político americano. Desde a década de 1970, Roger Stone tem atuado em campanhas de políticos do Partido Republicano, como Richard Nixon, Ronald Reagan, Jack Kemp, Bob Dole e Donald Trump. Em 1980, ele foi cofundador, juntamente com Paul Manafort e Charles R.

Uma juíza federal condenou nesta quinta-feira (20/02/2020) Roger Stone, conselheiro de longa data de Donald Trump, a 3 anos e quatro meses de prisão e disse que suas mentiras aos parlamentares que investigavam a interferência da Rússia nas eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2016 representavam um ameaça à democracia.

Depois da juíza Distrital dos EUA Amy Berman Jackson sentenciar o operador republicano veterano em Washington, Trump sinalizou que não tem planos imediatos de perdoar Stone e que deixaria o processo legal se desenrolar, acrescentando que “em algum momento tomarei uma decisão”.

“Eu pessoalmente acredito que ele foi tratado de maneira muito injusta”, disse Trump em Las Vegas.

Em um pronunciamento severo durante a audiência de condenação, que durou 2 horas e meia, a juíza repreendeu implicitamente Trump, que fez ataques a ela, ao júri, e aos procuradores no caso de alta importância.

“Não houve nada injusto, falso ou vergonhoso sobre a investigação ou sobre a promotoria”, disse Jackson, citando palavras que o presidente republicano chegou a usar.

O advogado de Stone havia requisitado que ele não recebesse pena por aprisionamento. Stone, de 67 anos, que tem sido amigo e conselheiro de Trump há décadas, foi condenado no dia 15 de novembro por todas as sete acusações de mentir ao Congresso, obstrução da justiça e manipulação de testemunhas.

“Ele não foi processado —como alguns reclamam —por defender o presidente. Ele foi processado por tentar acobertar o presidente”, disse Jackson.

*Com informações de Sarah N. Lynch e Jan Wolfe, da Agência Reuters.

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