Dívida pública federal cresce quase 10% em 2019 e supera R$ 4 trilhões; Governo Bolsonaro liquida patrimônio estatal e aumenta endividamento do país

Jair Bolsonaro, extremista de direita e presidente da República, é inepto da gestão pública do país.
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A dívida pública federal subiu 9,59% em 2019, a 4,249 trilhões de reais, informou o Tesouro nesta terça-feira (28/01/2020), fechando o ano dentro da meta estabelecida pelo governo.

O intervalo fixado no Plano Anual de Financiamento (PAF) era de 4,1 trilhões de reais a 4,3 trilhões de reais para o estoque na dívida no ano.

Em dezembro somente, a alta foi de 1,05% sobre novembro, apontou o Tesouro.

A dívida interna, por sua vez, teve um crescimento de 9,50% no ano, e uma alta de 1,22% em dezembro sobre o mês anterior, a 4,083 trilhões de reais.

Enquanto isso, a dívida externa teve uma expansão de 11,79% na mesma base de comparação, a 165,68 bilhões de reais.

Em relação à composição, o governo terminou o ano com todas as diferentes categorias de títulos enquadradas nas bandas estabelecidas pelo PAF.

As LFTs, títulos que flutuam com a Selic, responderam pela maior fatia da dívida, a 38,92% do total, dentro da faixa de 38% a 42% estabelecida como meta para o ano, e numa elevação frente ao patamar de 35,51% em dezembro de 2018.

Em apresentação, o Tesouro pontuou que as emissões líquidas de títulos flutuantes vieram principalmente por conta do baixo volume de vencimentos desses papéis no período.

“Emissão dos demais papéis ficou abaixo dos vencimentos, na média”, disse o Tesouro. “Como consequência, a participação de flutuantes na composição aumentou.”

Os papéis prefixados, por sua vez, viram sua representatividade cair a 30,97% do total, contra 33,03% em dezembro do ano anterior, e dentro de meta de 29% a 33% para o ano.

Os títulos indexados à inflação fecharam 2019 em 26,04% da dívida, abaixo do patamar de 27,46% registrado um ano antes, sendo que a referência para o ano era de 24% a 28%

Já os títulos remunerados pelo câmbio tiveram participação de 4,07% da dívida total, ante 4% em dezembro de 2018, mas também dentro da faixa de 3 a 7 por cento fixada como meta.

A participação dos investidores estrangeiros em títulos da dívida interna fechou 2019 em baixa, a 10,43%, contra 11,22% no último mês de 2018.

*Com informações de Marcela Ayres, da Agência Reuters.

Redação do Jornal Grande Bahia
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