Deputado Rodrigo Maia contesta extremista de direita Augusto Heleno sobre críticas ao Congresso Nacional; Demência verbal é marca do desgoverno Bolsonaro

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, defendeu o Parlamento e lamentou a radicalização do ministro. Ele garantiu que o Congresso Nacional vai continuar o diálogo com o governo, organizando as pautas e votando os projetos importantes para o País.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, defendeu o Parlamento e lamentou a radicalização do ministro. Ele garantiu que o Congresso Nacional vai continuar o diálogo com o governo, organizando as pautas e votando os projetos importantes para o País.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, defendeu o Parlamento e lamentou a radicalização do ministro. Ele garantiu que o Congresso Nacional vai continuar o diálogo com o governo, organizando as pautas e votando os projetos importantes para o País.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, defendeu o Parlamento e lamentou a radicalização do ministro. Ele garantiu que o Congresso Nacional vai continuar o diálogo com o governo, organizando as pautas e votando os projetos importantes para o País.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), rebateu hoje duramente a fala do ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, que afirmou que o governo não deveria ceder “às chantagens” do Congresso em relação à derrubada dos vetos do presidente Jair Bolsonaro ao orçamento impositivo.

Ao chegar à Câmara, Maia disse que o ministro se transformou num radical ideológico e com posições contra democracia e contra o Parlamento.

“Não vi por parte dele, nenhum tipo de ataque ao Parlamento quando a gente estava votando o aumento de salário dele, como militar na reserva. Quero saber se ele acha se o Parlamento foi chantageado para votar o projeto de lei das Forças Armadas”, criticou o presidente. Maia referia-se ao Projeto de Lei 1645/19, aprovado pelo Congresso no ano passado e já sancionado por Bolsonaro.

Num áudio vazado, Heleno afirma que o governo não deve ceder “às chantagens” do Congresso e orienta o presidente Jair Bolsonaro a “convocar o povo às ruas”.

“Não é a primeira vez que ele ataca [o Parlamento], só que dessa vez veio a público”, disse o presidente da Câmara. “Uma pena que o ministro com tantos títulos tenha se transformado num radical, ideológico, contra a democracia, contra o Parlamento”, lamentou Maia.

Apesar das falas de Heleno, Maia garantiu que o Congresso vai continuar o diálogo com o governo, organizando as pautas e votando os projetos importantes para o País.

Presidente critica

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, por meio de nota no final da manhã desta quarta-feira (19/02/2020), respondeu à declaração do ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno. O general disse que  que o governo não deveria “ceder às chantagens” do Congresso em relação à derrubada dos vetos do presidente Jair Bolsonaro ao orçamento impositivo.

Davi afirmou que “nenhum ataque à democracia será tolerado pelo Parlamento”.

— O momento, mais do que nunca, é de defesa da democracia, independência e harmonia dos Poderes para trabalhar pelo país. O Congresso Nacional seguirá cumprindo com as suas obrigações — rebateu.

Com informações das Agências Senado e Câmara.

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