Netflix investirá US$ 17,3 bilhões em conteúdo em 2020

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Netflix é uma provedora global de filmes e séries de televisão via streaming sediada em Los Gatos, Califórnia, e que atualmente possui mais de 160 milhões de assinantes. Fundada em 1997 nos Estados Unidos, a empresa surgiu como um serviço de entrega de DVD pelo correio.
Netflix é uma provedora global de filmes e séries de televisão via streaming sediada em Los Gatos, Califórnia, e que atualmente possui mais de 160 milhões de assinantes. Fundada em 1997 nos Estados Unidos, a empresa surgiu como um serviço de entrega de DVD pelo correio.
Netflix é uma provedora global de filmes e séries de televisão via streaming sediada em Los Gatos, Califórnia, e que atualmente possui mais de 160 milhões de assinantes. Fundada em 1997 nos Estados Unidos, a empresa surgiu como um serviço de entrega de DVD pelo correio.
Netflix é uma provedora global de filmes e séries de televisão via streaming sediada em Los Gatos, Califórnia, e que atualmente possui mais de 160 milhões de assinantes. Fundada em 1997 nos Estados Unidos, a empresa surgiu como um serviço de entrega de DVD pelo correio.

A Netflix investirá cerca de US$ 17,3 bilhões em novos conteúdos em 2020, com a maior parte destinada a produções originais. A previsão é de um relatório da BMO Capital Markets, empresa norte-americana especializada em serviços financeiros, que revelou que esse valor representa um aumento de US$ 15,3 bilhões se comparado a 2019. O relatório ainda estimou que a Netflix investirá até US$ 26 bilhões em conteúdo até 2028.

Entre os projetos para 2020 estariam animações da Nickelodeon e um contrato anual para séries e filmes com David Benioff e Dan Weiss, dupla que comandou Game of Thrones na HBO. Além disso, estariam inclusos acordos com o estúdio Dragon Dragon e com a produtora JTBC Content, ambas da Coreia do Sul.

Esse material, talvez composto de doramas e filmes originais ou licenciados, deverá ficar disponível para o mundo inteiro, porém terá foco em mercados de alto retorno financeiro da Ásia.

Sem perdedores

Apesar disso, a BMO indica que existe uma espécie de mito sobre uma potencial briga de gigantes no setor, com o Amazon Prime, além dos novos Disney+ e Apple TV+. “Continuamos acreditando que a narrativa das ‘guerras de streaming’ é falsa e haverá vários vencedores”, ressaltou Dan Salmon, analista da companhia. A empresa aponta que, embora concorrentes, os principais serviços devem manter uma quantidade considerável de assinantes. Sobre uma possível rotatividade nesse sentido, a análise descreve a situação como “gerenciável”.

No fim de 2019, a Netflix demonstrou ser forte em meio aos serviços de streaming. Segundo a empresa financeira, a plataforma atingiu o recorde de 802 horas de programação original, 3% a mais do que em 2018. Outro indício desse resultado positivo está em uma pesquisa conduzida pela própria BMO no mesmo período do ano passado.

Ao questionar pessoas nos Estados Unidos sobre a preferência no momento de consumir conteúdo para TV, a maioria (25%) apontou a Netflix como a opção mais buscada. A TV por assinatura ficou em segundo lugar (18%), seguida de transmissões variadas (17%) e YouTube (13%).

Vale lembrar que o serviço também cresceu muito em termos de premiação desde o último ano, com indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro, em especial devido aos filmes originais O Irlandês, História de um Casamento e Dois Papas. Isso sem esquecer o brasileiro Democracia em Vertigem, que irá concorrer à estatueta de Melhor Documentário.

Um comparativo

O orçamento da Netflix para 2020 deve ser acima do investido por concorrentes, inclusive conglomerados sólidos. O Disney+ deve gastar US$ 2 bilhões no total, sendo metade para conteúdos originais e outra parte para despesas operacionais. A mesma quantia será destinada pela Warner Media ao HBO Max.

Embora encare companhias de peso daqui para frente, é previsto um período de sucesso para a Netflix como líder global no segmento. “Acreditamos que ainda há espaço para crescimento, à medida que pontos de investimento potenciais entram na história, como crescimento internacional contínuo (particularmente na Índia e no Japão)”, ressaltou Salmon.

*Com informações do Tecmundo.

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