Governador do Rio de Janeiro diz que pediu apuração rigorosa da qualidade da água da CEDAE

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Extremista de direita Wilson Witzel (PSC), governador do Rio de Janeiro.
Extremista de direita Wilson Witzel (PSC), governador do Rio de Janeiro.
Extremista de direita Wilson Witzel (PSC), governador do Rio de Janeiro.
Extremista de direita Wilson Witzel (PSC), governador do Rio de Janeiro.

O governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel disse nesta terça-feira (14/01/2020), pelo Twitter, que determinou uma “apuração rigorosa tanto da qualidade da água quanto dos processos de gestão” da Companhia de Águas e Esgotos do Estado (Cedae). Para o governador, são “inadmissíveis os transtornos que a população vem sofrendo por causa do problema na água” fornecida pela companhia.

Witzel disse, também pelas redes sociais, que a empresa deve acelerar uma solução definitiva para aprimorar a qualidade da água e do tratamento de esgoto das cidades próximas aos mananciais. “O consumidor não pode ser prejudicado”.

Mais de 1,5 milhão de pessoas de dezenas de bairros do município do Rio de Janeiro e de cidades da Baixada Fluminense reclamam há 11 dias da coloração e do odor da água distribuída pela Cedae,  que vem do reservatório da companhia, no Guandu.

Com isso, a água mineral praticamente desapareceu das prateleiras dos supermercados do Rio, com a corrida dos moradores da cidade ao produto.

O governador está passando férias com a família em Orlando, nos EUA, desde o final do ano e somente hoje, dia do seu retorno ao Rio, se manifestou por meio da rede social.

Na terça-feira passada (7), a Cedae, por meio de nota, informou que técnicos da companhia detectaram a presença da substância geosmina em amostras de água. A geosmina é uma substância orgânica produzida por algas e que não representa risco à saúde dos consumidores e que a água fornecida pode ser consumida pela população.

Na nota, a companhia informou que a substância altera o gosto e o cheiro da água. “O fenômeno natural e raro de aumento de algas em mananciais, em função de variações de temperatura, luminosidade e índice pluviométrico, causa o aumento da presença deste composto orgânico, levando a água a apresentar gosto e cheiro de terra. Casos semelhantes ocorreram no Rio de Janeiro 18 anos atrás; em São Paulo, em 2008, e em municípios dos estados da Paraíba e do Rio Grande do Sul em 2018, por exemplo”, diz a nota.

*Com informações da Agência Brasil.

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