Ação gratuita de combate à Hanseníase é aberta ao público em Feira de Santana

Fachada do Centro de saúde especializada em Hanseníase.
Fachada do Centro de saúde especializada em Hanseníase.
Fachada do Centro de saúde especializada em Hanseníase.
Fachada do Centro de saúde especializada em Hanseníase.

Marcando o encerramento da campanha de prevenção e combate a hanseníase, Janeiro Roxo, a Prefeitura de Feira de Santana através da Secretaria Municipal de Saúde estará ofertando atendimento de saúde gratuito e aberto ao público nesta sexta-feira (31/01/2020).

A ação acontece no antigo espaço Marcos Moraes, localizado na avenida Getúlio Vargas, das 8 horas às 16 horas. Consulta médica e de enfermagem estarão sendo disponibilizadas para pessoas com lesões ou manchas sugestivas de hanseníase, aferição de pressão arterial, atividades educativas e avaliação nutricional também fazem parte da programação.

Para ser atendido é necessário apresentar documentos de identidade e cartão SUS. “Mesmo na ausência do documento, a pessoa não deixará de ser atendida”, informa Kaline Mendes, enfermeira coordenadora do Programa de Referência em Hanseníase.

O prefeito Colbert Martins Filho, médico por formação, explica que a hanseníase, conhecida no passado como lepra, é uma doença crônica, infectocontagiosa e uma das enfermidades mais antigas da humanidade. “Em Feira de Santana, os portadores da doença recebem assistência nas unidades de saúde, onde é feito o diagnóstico e acompanhamento. Para casos específicos, o tratamento é disponibilizado no Centro de Saúde Especializado Dr. Leone Coelho Leda (CSE)”, ressalta Colbert.

Sintomas

A hanseníase se caracteriza por manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas na pele, com perda ou alteração da sensibilidade térmica, dolorosa ou tátil no local. Possui lenta evolução e apresenta principalmente sinais e sintomas dermatoneurológicos nos nervos periféricos, como: mão, olhos e pés, podendo atingir pessoas em qualquer faixa etária, independente do sexo.

A transmissão ocorre através do contato prolongado e frequente com uma pessoa infectada, que não esteja em tratamento, através da tosse, espirro, saliva ou secreções nasais.

O tratamento é feito à base de comprimidos e a duração varia de seis a doze meses, dependendo da manifestação clínica de cada indivíduo.

Pessoas com sintomas semelhantes devem procurar a unidade de saúde a qual é cadastrado para receber orientações.

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