STJ quer ouvir família de Marielle sobre federalização do caso; AGU e procuradoria do Rio de Janeiro também podem se manifestar

Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco) foi eleita, em 2016, vereadora do Município do Rio de Janeiro pelo PSOL, obtendo 46.502 votos. No dia 14 março de 2018, ela foi assassinada em um atentado ao carro onde estava. 13 Tiros atingiram o veículo, matando, também, o motorista Anderson Pedro Gomes.Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco) foi eleita, em 2016, vereadora do Município do Rio de Janeiro pelo PSOL, obtendo 46.502 votos. No dia 14 março de 2018, ela foi assassinada em um atentado ao carro onde estava. 13 Tiros atingiram o veículo, matando, também, o motorista Anderson Pedro Gomes.
Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco) foi eleita, em 2016, vereadora do Município do Rio de Janeiro pelo PSOL, obtendo 46.502 votos. No dia 14 março de 2018, ela foi assassinada em um atentado ao carro onde estava. 13 Tiros atingiram o veículo, matando, também, o motorista Anderson Pedro Gomes.

Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco) foi eleita, em 2016, vereadora do Município do Rio de Janeiro pelo PSOL, obtendo 46.502 votos. No dia 14 março de 2018, ela foi assassinada em um atentado ao carro onde estava. 13 Tiros atingiram o veículo, matando, também, o motorista Anderson Pedro Gomes.

A ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Laurita Vaz pediu nesta segunda-feira (23/12/2019) que familiares da vereadora Marielle Franco se manifestem sobre o pedido de federalização da investigação aberta no Rio de Janeiro para apurar supostas irregularidades na investigação do assassinato da parlamentar e do motorista Anderson Gomes.

Em setembro, a ex-procuradora-geral da República Raquel Dodge pediu ao STJ que as investigações fossem retiradas do âmbito da Justiça estadual e passassem a ser conduzidas pela Justiça Federal. A ministra Laurita é a relatora do processo, que ainda não tem data para ser julgado.

Após o pedido de Dodge, os pais da vereadora assassinada se manifestaram contra a federalização, solicitada após a procuradora analisar a tentativa de obstrução das investigações.

Além da federalização e a abertura de um novo inquérito, Dodge apresentou denúncia no STJ contra o conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) Domingos Brazão, o delegado da Polícia Federal Hélio Kristian e mais quatro pessoas. Segundo a procuradoria, todos tentaram atrapalhar as investigações.

Pela decisão da ministra, a Advocacia-Geral da União e procuradoria do Rio de Janeiro também poderão apresentar parecer sobre o caso. O prazo é de 10 dias.

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Redação do Jornal Grande Bahia
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